Morro do Moreno: Desde 1535
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Meios de condução, estradas e canais – Século XIX

Meios de condução, estradas e canais – Século XIX

Para pequenas cargas, viagens terrestres e transporte individual, as bestas e cavalos não tinham concorrentes

Igrejas – Conventos – Edifícios públicos – Séculos XIX

Igrejas – Conventos – Edifícios públicos – Séculos XIX

Os três únicos conventos – de S. Francisco e do Carmo, em Vitória; da Penha,em Vila Velha – estavam reduzidos ao mínimo

As casas – Iluminação das ruas – Século XIX

As casas – Iluminação das ruas – Século XIX

Já reproduzimos aqui impressões de váriaspessoas sobre a cidade de Vitória da primeira metade do século passado

ES x BA - A pretensão baiana (Capítulo IV - Memórias do Governador Francisco Alberto Rubim)

ES x BA - A pretensão baiana (Capítulo IV - Memórias do Governador Francisco Alberto Rubim)

O Quartel do Registro do Porto de Souza está da parte do sul do Rio Doce duas léguas abaixo da foz do Rio Guandu

O acordo definitivo do Contestado – Por Eurico Rezende

O acordo definitivo do Contestado – Por Eurico Rezende

Sugeri-lhe que entrasse em entendimento com o Governador de Minas Gerais, Dr. Magalhães Pinto, meu amigo e companheiro de partido (UDN)

O Contestado Minas-Espírito Santo – Por Eurico Rezende

O Contestado Minas-Espírito Santo – Por Eurico Rezende

Em dado momento, correu a notícia de que iria realizar-se um plebiscito na região

Comércio da Província – 1826 e 1827

Comércio da Província – 1826 e 1827

Pelas vilas e povoações, e pela própria Capital, existiam na província 55 lojas de fazendas secas e 88 demolhados e tavernas

Indústrias – Construção naval – Artes e ofícios

Indústrias – Construção naval – Artes e ofícios

Não há dentista, mas é suprida esta falta por um ferreiro curioso

Furtaram o Decreto-Lei – Por Eurico Rezende

Furtaram o Decreto-Lei – Por Eurico Rezende

Era a vitória do Estado do Espírito Santo, após mais de um século de lutas e frustrações

Vasco Fernandes Coutinho - Parte I

Vasco Fernandes Coutinho - Parte I

Vasco Fernandes Coutinho foi fidalgo da Casa Real portuguesa, segundo registro do próprio D. João III, na carta de doação e no foral da capitania que seria a do Espírito Santo