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Símbolos do ES

Símbolos do ES

O texto abaixo foi enviado ao site Morro do Moreno por Jeruza Fundão Zanini, filha de Paulo Vieira Fundão, que desenhou a bandeira do Espírito Santo

Por que Canela-Verde?

Por que Canela-Verde?

O nome canela-verde era dado exclusivamente ao cidadão nascido na sede de Vila Velha, estendendo-se hoje para os de todo o município. O termo canela-verde tem sua origem nos portugueses 

Comentários da Invasão de Cavendish (7ª Parte)

Comentários da Invasão de Cavendish (7ª Parte)

Os historiadores José Teixeira de Oliveira e Maria Stella de Novaes fazem referência ao cacique Jupi-Açu e seus duzentos índios, acampados nas imediações de Vila Velha

Epílogo da invasão de Thomas Cavendish (8ª e última Parte)

Epílogo da invasão de Thomas Cavendish (8ª e última Parte)

Como decorrência da apreciação analítica da passagem de Cavendish pelo Brasil quinhentista, dirimir-se-ão algumas dúvidas; velhas certezas poderão ser questionadas

O Combate na Baía do Espírito Santo - Cavendish (5ª Parte)

O Combate na Baía do Espírito Santo - Cavendish (5ª Parte)

O capitão Morgan lembrou minhas palavras aos marinheiros, mas alguns “cabeças-duras” começaram a praguejar, dizendo que sempre consideraram Morgan um covarde, que fingia sofrer de diarréia, para fugir da briga, quando na verdade, se borrava de medo de tudo

Resumo da narrativa de Thomas Cavendish (6ª Parte)

Resumo da narrativa de Thomas Cavendish (6ª Parte)

"Revogaram minha licença de marinheiro. Essa nada edificante aventura pelos Mares do Sul fechou as portas do Sete Mares para mim”

Desembarque inglês na Baía do Espírito Santo (3ª Parte)

Desembarque inglês na Baía do Espírito Santo (3ª Parte)

Chegando o ano de 1592, o pirata inglês Thomas Cavendish, depois de repelido da Capitania de São Vicente, onde perdeu muita gente, reuniu-se ao navio Roebuck – comandado pelo capitão Roberto Morgan – e continuando a assolar as costas do Brasil, veio ter à Capitania do Espírito Santo

Os erros de Thomas Cavendish - Assalto à barra do Espírito Santo (4ª Parte)

Os erros de Thomas Cavendish - Assalto à barra do Espírito Santo (4ª Parte)

"No meu barco havia um marinheiro português. Ele veio para mim e garantiu com a própria vida, que dirigiria meus dois navios, sem acidentes, até à barra do Espírito Santo"

Thomas Cavendish e as peripécias de um desembarque malsucedido (1ª Parte)

Thomas Cavendish e as peripécias de um desembarque malsucedido (1ª Parte)

O desembarque se deu na atual baía de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo, denominada à época (fevereiro de 1592), de barra do Espírito Santo

Considerações acerca do desembarque inglês na Baía de Vitória, em 1592 (2ª Parte)

Considerações acerca do desembarque inglês na Baía de Vitória, em 1592 (2ª Parte)

A escaramuça dos marujos de Thomas Cavendish não pode ser considerada como simples e inconseqüente ato de pirataria