Morro do Moreno: Desde 1535
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Começo de tudo – Por Marílio Cabral

Começo de tudo – Por Marílio Cabral

Melhor escola de formação no jornalismo local que O DIÁRIO representou na época, impossível

Imprensa e cidadania – Por Setembrino Pelissari

Imprensa e cidadania –  Por Setembrino Pelissari

O DIÁRIO não foi a minha primeira experiência em jornal. Comecei trabalhando em A Gazeta, quando era da UDN e dirigida pelo Dr. Olympio de Abreu

A arte de garimpar dinheiro – Por Fernando Jakes Teubner

A arte de garimpar dinheiro – Por Fernando Jakes Teubner

Minha primeira experiência em jornal foi nos anos 50, ainda com a Folha do Povo, um jornal que na época brigava com A Tribuna e A Gazeta

Bar Santos – Sanduíches e Achocolatados

Bar Santos – Sanduíches e Achocolatados

Mas o mais charmoso do Bar Santos, um pedacinho de chão então com cheiro de século passado incrustado na Vila Rubim, era a canoinha 

Um jornalismo que já pertence ao passado - O DIÁRIO, 13/08/76

Um jornalismo que já pertence ao passado - O DIÁRIO, 13/08/76

Plínio Marchini teve de enfrentar a Justiça, pelo mesmo motivo, por muitas vezes, sendo que apenas do então governador Carlos Lindenberg sofreu nada menos que 11 processos

O Diário Revisado – Cláudio Bueno da Rocha

O Diário Revisado – Cláudio Bueno da Rocha

Eu me lembro dO DIÁRIO como o jornal de Edgard dos Anjos. Ele me levou para lá em dezembro de 1969

No fim, apenas dívidas – Por José Maria Ramos Gagno

No fim, apenas dívidas – Por José Maria Ramos Gagno

Era muito difícil manter o jornal. A tiragem no meu tempo chegava a uma média diária de cinco mil exemplares contra 10 mil exemplares de A Gazeta

Nova Onda de Violências – Por Plínio Marchini

Nova Onda de Violências – Por Plínio Marchini

Editorial publicado nO DIÁRIO - 12/05/60

Onze Cadáveres – Por Gérson Camata

Onze Cadáveres – Por Gérson Camata

A notícia demorou 24 horas para explodir. Foi uma manchete garrafal, com letras que eu nunca vira iguais: 11 Cadáveres 

A Construção do relato jornalístico na imprensa capixaba

A Construção do relato jornalístico na imprensa capixaba

Os primeiros acenos do que viria a se transformar num trabalho sistemático e metódico de assessoria de comunicação na Grande Vitória podem ser encontrados no início da década de 50, nas principais instâncias do governo do Estado

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