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Anos dourados – Por Hesio Pessali

Anos dourados – Por Hesio Pessali

Em 1970 eu troquei a sucursal da Veja, em Salvador (meu primeiro emprego) pelo trabalho de correspondente do Jornal do Brasil em Vitória

Vida cheia de graça – Com Dino Gracio e Hely Edson

Vida cheia de graça – Com Dino Gracio e Hely Edson

Dino, em que época você trabalhou nO DIÁRIO?

Cana e cadeia – Por José Maria Batista

Cana e cadeia – Por José Maria Batista

A caminho de Ipatinga, passei por Vitória

Bons tempos – Por Oscar Rocha Jr. - Boquinha

Bons tempos – Por Oscar Rocha Jr. - Boquinha

Pra mim, O DIÁRIO foi a maior escola de jornalismo que o Espírito Santo já teve. Não tem Universidade, não tem o que se compare 

Retaguarda Comercial – Por George Bomfim

Retaguarda Comercial – Por George Bomfim

Fui trabalhar nO DIÁRIO em 1970 na área de publicidade 

Na chefia da redação – Por Vinícius Paulo de Seixas

Na chefia da redação – Por Vinícius Paulo de Seixas

O Antenor morreu num desastre de carro, e esse meu amigo, Merival Lopes, voltou para o Rio, mas eu fiquei

Aprendendo todo dia – Por Antônio Rosetti

Aprendendo todo dia – Por Antônio Rosetti

Trabalhar nO DIÁRIO definiu a minha vocação de jornalista, o que até então não estava claro. Lá aprendi, me motivei, gostei

Raízes – Por João Luís Caser

Raízes – Por João Luís Caser

O Camata  disse que quem poderia arrumar algo era Henrique Pretti, um deputado amigo de meu pai, do município de Santa Teresa, de onde também era minha família

A melhor das escolas – Por Tinoco dos Anjos

A melhor das escolas – Por Tinoco dos Anjos

"Aqui a gente ganha pouco, mas se diverte", dizia Américo Rosa, uma figura folclórica que estava sempre na redação e dormia nas oficinas do jornal

Garotos na redação – Por Rosental Calmon Alves

Garotos na redação – Por Rosental Calmon Alves

Quando cheguei, fui para uma república onde moravam o meu irmão, que era estudante de engenharia, o Gerson Camata

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