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Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

Revolução Cultural – Por Rubinho Gomes

Revolução Cultural – Por Rubinho Gomes

Eu tinha 15 anos, e fui ocupar a vaga deixada por ele na revisão, iniciando dessa forma meu curso de jornalismo feito nO DIÁRIO

Uma grande família – Por Mariângela Pellerano

Uma grande família – Por Mariângela Pellerano

Fui para O DIÁRIO, tendo sido apresentada pelo Ewerton ao editor. Minha primeira pauta foi sobre um censo do IBGE e eu não tinha a menor idéia do que fazer e como começar

Brincando com o perigo – Por Adam Emil Czartoryski

Brincando com o perigo – Por Adam Emil Czartoryski

Aceitei o convite de Edgard, mas me senti um pouco estranho no meio daqueles jovens cabeludos, barbados, desleixados e desbocados

Elogios no pasquim – Por Antônio Alaerte

Elogios no pasquim – Por Antônio Alaerte

O diretor era Esdras Leonor. Encontrei lá o José Carlos Corrêa, que fazia o jornal praticamente todo, o Paulo Zimmer e o Pedro Maia

Tempo quente na Rua Sete – Por Paulo Maia

Tempo quente na Rua Sete – Por Paulo Maia

O DIÁRIO foi meu primeiro emprego. Comecei em 27 de setembro de 1957, com 14 anos, como contínuo na Rua Sete de Setembro 

O homem da revolução – Por Cacau Monjardim

O homem da revolução – Por Cacau Monjardim

Virei para Dequinha, que era o impressor, e disse: "Rasgue o que houver e não deixe rastro"

Colunas e festas – Por Ronaldo Nascimento

Colunas e festas – Por Ronaldo Nascimento

Minha vida como jornalista começou com uma substituição a Eleisson de Almeida, no extinto jornal Sete Dias, que era semanal e em cores, em 1958 

O primeiro a gente nunca esquece – Por José Carlos Corrêa

O primeiro a gente nunca esquece – Por José Carlos Corrêa

Quando entrei para O DIÁRIO, em 1965, tudo me pareceu fantástico. Afinal, eu nunca havia entrado num jornal antes

O sobrinho do coronel – Por Pedro Maia

O sobrinho do coronel – Por Pedro Maia

Primeiro é preciso dar uma noção geral do que era a imprensa em Vitória nos anos 50 e boa parte dos anos 60, até a chamada Revolução de 1964

Casa de doido – Por Eloy Nogueira da Silva

Casa de doido – Por Eloy Nogueira da Silva

Quando entrei a primeira vez no jornal onde passaria a trabalhar, a pedido do governador CHIQUINHO, tomei um grande susto 

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