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Literatura e Crônicas

Ainda há sol, ainda há mar - Por Rubem Braga

Ainda há sol, ainda há mar - Por Rubem Braga

Dezembro, 1999 (um ano antes da morte do cronista). Publicado no livro “Um Cartão de Paris”

O vento que vinha trazendo a lua - Por Rubem Braga

O vento que vinha trazendo a lua - Por Rubem Braga

Eu estava no apartamento de um amigo, no Posto 6, e quando cheguei à janela vi a Lua

Yes, We Have - Por Álvaro José Silva

Yes, We Have - Por Álvaro José Silva

A vida como ela era. Lá se vão 18 anos de Shopping Vitória, inaugurado em 28 de junho de 1993 

A Terceira Ponte e Eu

A Terceira Ponte e Eu

Nasci em 1978. A Terceira Ponte também. Um dia, partirei. Ela ficará. Mas tenho certeza de que deixarei um pouco de mim naquele que certamente é um dos maiores símbolos da nossa identidade

A difícil arte de escrever fácil

A difícil arte de escrever fácil

Rubem Braga escrevia de forma simples, coloquial. O que não quer dizer fácil e banal. Pelo contrário, sua prosa é elaborada, concisa e poética acima de tudo

Contos de Surfe - Por Paulo Marreco

Contos de Surfe - Por Paulo Marreco

Paulo Marreco surfa há mais de 25 anos. Desde 2007, mantém uma coluna no maior portal de surfe do Espírito Santo, onde escreve contos e crônicas que retratam o universo do surfe 

Aos Mestres, com carinho

Aos Mestres, com carinho

O bonde partia superlotado na Praça Costa Pereira às 6h50m. A campainha de entrada para as aulas tocava às 7h10m da manhã. Quando chegava na curva do Saldanha ficava parado algum tempo para que o cobrador pudesse receber a passagem de todos

Colégio Estadual do Espírito Santo dos Bons Tempos

Colégio Estadual do Espírito Santo dos Bons Tempos

Já se vão quarenta anos de quando deixei o muito querido Colégio Estadual então proporcionando, aos privilegiados estudantes que nele obtinham matrícula, o melhor curso secundário do Estado

Quinca Cigano - A GAZETA, Bienal Rubem Braga

Quinca Cigano - A GAZETA, Bienal Rubem Braga

Em uma de suas mais conhecidas crônicas, Quinca Cigano, 1951, Rubem Braga fala dos pios de Cachoeiro. A fábrica fundada em 1903 por Maurílio Coelho ainda funciona no mesmo casarão, às margens de um braço encachoeirado do Rio Itapemirim

Assim vivia o velho Braga

Assim vivia o velho Braga

O solar é hoje, a sede da Biblioteca Pública da cidade, num preito da população aos dois irmãos – ele e Newton – que dignificaram e elevaram o nome de Cachoeiro de Itapemirim. E no quintal, ainda lá, o famoso pé de fruta pão...