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Telas de Terezinha Botelho

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Por Therezinha Botelho de Aguiar

Na beira da praia, exuberante e nativa castanheira onde a meninada guardava seus pertences entre fendas de raízes expostas. Certo dia, esta frondosa e acolhedora árvore, fora cortada. As pobres andorinhas em revoada, num triste bailado, procuraram outro pouso

Prainha... maré cheia a beijar um capim cheiroso e até orgulhoso do seu habitat. Maré vazia, dando pé lá fora, nadando, boiando horas a fio olhando o céu verde-azul, nuvens brancas, sonho da infância.

Cais velho, sombreado pelo mosteiro da Penha, oferecia vez aos garotos de exibirem suas piruetas em saltos mortais sobre as águas onduladas pelo forte vento nordeste.

Do outro lado do mar as “Pedrinhas” cantinho favorito pela transparência das águas e paisagem bucólica.

Na beira da praia, exuberante e nativa castanheira onde a meninada guardava seus pertences entre fendas de raízes expostas. Certo dia, esta frondosa e acolhedora árvore, fora cortada. As pobres andorinhas em revoada, num triste bailado, procuraram outro pouso.

O bonde, ah! O bonde na sua rota para Piratininga passava rente a esta praia de limos verdes – os mesmos que enroscaram nas canelas dos descobridores.

Mais à frente Palmeiras Imperiais indicando o caminho para a secular Igreja do Rosário – das ladainhas e coroação de maio. Demos graças! Estas resistiram...

Erguido no alto da colina o Convento de Nossa Senhora da Penha, será sempre testemunha da fé transmitida pelos amados pais. Fé contrita e marcante na vida dos vilavelhenses.

Canela-verde, gente varonil de minha terra!

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