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A Dívida Externa do Espírito Santo

Grupo de autoridades com S. Excia. Capitão João Punaro Bley, e o representante do Banco Francez e Italiano, no Palácio do Governo, após a escritura de liquidação da dívida do ES com esse banco

O Governo do Exmo. Sr. Capitão João Punaro Bley, caracterizando-se, em demasia por inúmeros empreendimentos que fazem o melhor conceito de sua Administração, pode apresentar ainda ao Espírito Santo, entre os seus maiores benefícios, o pagamento das dívidas externas do Estado, o que bastaria para consagrá-lo como um espírito-santense dos melhores, defensor que é da nossa economia pública, orientando sempre para um sentido político superior, libertando o tesouro estadual de obrigações enormes, acrescidas de juros que sacrificariam por muito tempo ainda todo o trabalho de uma população inteira, canalizando o nosso curo para o exterior por empréstimos onerosos contraídos pelo Governo anterior a Revolução. Saneando, portanto, as finanças do Estado, liquidando as dívidas do Espírito Santo junto ao Banco Italo-Belga, ao London Of Bank e ao Banco Allemão Transatlantico, ainda decorrentes das transações, motivou um abatimento de 10.173:128$200 para o Tesouro Estadual na liquidação geral das dívidas, fato que teve a maior repercussão até mesmo fora do Estado.

 

Fonte: Revista Annuário do Espírito Santo, 1937
Compilação: Walter de Aguiar Filho, dezembro/2017

História do ES

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