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A Guarda Nacional do ES – 1856

Capa do Livro: História do Estado do Espírito Santo, 3ª edição, Vitória (APEES) - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo – Secretaria de Cultura, 2008

Não obstante repetidas recomendações do governo central para que fosse organizada a Guarda Nacional, até 1855 nada se conseguira.

Após a insurreição do Queimado, o presidente Siqueira manifestara esperanças de convencer os capixabas da “necessidade de se alistarem, armarem e terem alguns conhecimentos dos manejos militares”.(42)

Coube, porém, a Pereira de Barros concretizar a idéia; e o fez com tamanho entusiasmo que, a dois de dezembro de 1856 – aniversário natalício do imperador – Vitória viu desfilarem em parada quinhentas e duas praças daquela corporação.(43)

 

NOTAS

(42) - Ofício de vinte e quatro de março de 1849, ao ministro do Império (Pres ES, VII).

(43) - “Quando para aqui vim não tinha realidade esta parte da força pública. Existiam apenas alguns oficiais fardados e outros que figuraram nas propostas, mas que não tinham tirado suas patentes e muito menos se achavam fardados [...] que existem fardadas mais de oitocentas praças e no dia dois do corrente, aniversário natalício de S. M. o Imperador, apresentaram-se em parada quinhentas e duas praças” (Do ofício de Pereira de Barros ao ministro Couto Ferraz, datado de onze de dezembro de 1856 – Pres ES, IX).

 

Fonte: História do Estado do Espírito Santo, 3ª edição, Vitória (APEES) - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo – Secretaria de Cultura, 2008
Autor: José Teixeira de Oliveira
Compilação: Walter Aguiar Filho, novembro/2017

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