Morro do Moreno: Desde 1535
Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

A Penitenciária do ES – Governo Punaro Bley

A atual administração pública que, pelos seus competentes departamentos, vai atendendo a melhoramentos sensíveis no aparelho do Estado, realizando obras notáveis, dentro da sua capacidade técnica financeira, promove continuamente inúmeros benefícios dos mais relevantes para a coletividade dentre os quais a construção da nova Penitenciária do Estado, que focalizamos, nos seus vários aspectos nestas páginas.

Sem destruir, de pronto, os velhos casarões em que foi instalada a antiga penitenciária, aproveitando-os até finalizar a obra em execução de uma penitenciária modelar que correspondia às finalidades a que se destina, o departamento a que se acha subordinada, revelando o grau do progresso que atingimos, orienta sua construção sob os moldes das mais adiantadas do país.

Assim, nossas fotografias dão idéia das duas fases da penitenciária do Estado: os pavilhões já condenados e as construções novas que em breve surgirão em todo o seu apogeu, abrangendo toda essa área em que se ostentará a moderna penitenciária do Espírito Santo.

Realizando, plenamente, os preceitos regulamentares, tornando o homem ali recluso, útil à sua coletividade, dando-lhe ao mesmo tempo, uma fórmula humana mais compatível com as teorias modernas de sistemas penitenciários no cumprimento de sua pena, turmas de convictos passaram a trabalhar no cultivo das terras adjacentes nos limites da Penitenciária, ou nas suas pedreiras, preparando o sítio em que se terá levantado em breve; a moderna penitenciária do Estado, contribuindo com suas atividades profissionais os pedreiros, carpinteiros, pintores, etc..., aplicando-se, em boas condições, no trabalho que lhes ameniza a reclusão e lhes inspira novos surtos de vida.

 

Fonte: Revista Annuário do Espírito Santo, 1937
Compilação: Walter de Aguiar Filho, dezembro/2017



GALERIA:

📷
📷


História do ES

Hospedaria dos imigrantes

Hospedaria dos imigrantes

A Hospedaria Pedra D'Água foi construída na entrada da baía de Vitória, em 1887. Mas só recebeu imigrantes em 1889

Pesquisa

Facebook

Leia Mais

Ano de 1854 – Por Basílio Daemon

Falece no Riacho e é conduzido seu cadáver para a vila de Santa Cruz, onde foi enterrado, o naturalista francês Dr. João Teodoro Descourtilz   

Ver Artigo
Ano de 1853 – Por Basílio Daemon

Brás da Costa Rubim, filho do governador Francisco Alberto Rubim, se propunha à oferecer-lhe quatrocentos volumes em livros e cadernos para a criação de uma biblioteca  

Ver Artigo
Viajantes Estrangeiros ao ES – João Théodore Descourtilz

Existe uma edição em português da "Ornitologia Brasileira ou História Natural das Aves do Brasil", lançada pela Kosmos, em 1944

Ver Artigo
Ano de 1852 – Por Basílio Daemon

São remetidas ao Museu Nacional, pelo naturalista Descourtilz, as coleções de história natural por ele reunidas tanto de pássaros como de insetos

Ver Artigo
Ano de 1850 – Por Basílio Daemon

Antônio Tomás de Godói chefe de Polícia e reconhecendo estar a província infestada de criminosos, dá logo as mais enérgicas providências no município de Itapemirim   

Ver Artigo