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Capítulo IV Auguste de Saint-Hilaire

Auguste de Saint-Hilaire

Durante o período conhecido como Guerras Napoleônicas, como já citado, Portugal foi invadido por forças francesas. Em retaliação a tal invasão, a corte portuguesa, instalada no Brasil, une forças com a Inglaterra e ataca a Guiana Francesa, uma possessão francesa na América e anexa ao território do Brasil. Durante os anos que se seguiram ao início do conflito na Europa, a Guiana ficou anexada ao território brasileiro.

Durante todo esse período, se os Jardins e Museus portugueses foram saqueados na Europa, a exemplo da campanha realizada pelo General Junot com apoio de Geoffroy Saint-Hilaire e que formam a atual coleção Cabinet de Lisbonne, do Museu de História natural de Paris, os portugueses saquearam La Gabriele, grande complexo agrícola francês e responsável pela produção de um grande número de especiarias. Se as preciosidades de Portugal alimentaram os museus da França, os jardins da Guiana abasteceram os grandes hortos do Brasil, além de servir de elemento balizador do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Com o fim da guerra e a assinatura do Tratado de Viena em 1817 a Guiana Francesa é definitivamente devolvida à França, que aceitou como contrapartida a redefinição das fronteiras entre as duas nações nos termos ditados pelos portugueses.

Nesse interdito, entre os anos de 1815 (término da guerra) e 1817 (devolução da Guiana), os laços diplomáticos entre os dois países (Portugal e França) são reatados, e no ano de 1816, na onda de estrangeiros ligados à arte, cultura e ciências, que desembarcavam em grande volume no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, aportam os intelectuais que fizeram fama e alguns fortuna, oriundos da França.

Segundo Lilia Moritz Schwarcz,

 

seguindo a voga de viajantes e naturalistas de outras nacionalidades - que seriam igualmente obrigados a aguardar a chegada da corte para conhecer a rica colônia portuguesa - entrariam no Brasil de D. João os franceses com seus costumes e civilidades, e o local passaria a ser visto a partir de um novo jogo de espelhos, em que se contrastava a vasta e imaginosa representação (feita de relatos de viajantes de séculos anteriores) com a recente realidade dos trópicos. Assim, se algumas missões que nesse contexto adentram o país buscavam as vantagens econômicas até então controladas pelos ingleses, viriam, ainda, outras, que aqui aportavam imbuídas de um "sentimento de natureza", legado pelos relatos dos séculos XVI, XVII, e XVIII. O Brasil era, para esses viajantes, ao mesmo tempo um velho conhecido e um grande desconhecido. Era o país da flora exuberante e da enorme fauna; mas também quase um continente misterioso, caracterizado por gentes de hábitos estranhos.

Os franceses pareciam querer, pois, redescobrir um local descoberto havia muito, e a curiosidade reprimida por tantos anos agora se transformava em realidade. Para aqueles que já tinham ouvido falar da América Espanhola de Humboldt, mas careciam de imagens do Brasil, este era o país mais exótico do continente - com seus indígenas, africanos, mosquitos, serpentes e uma natureza em tudo singular. [...] O Brasil era, sobretudo, um imenso território virgem, que resumia e reunia riquezas dispersas por toda a América. Assim, com esse espírito, entraram no país cientistas como Saint-Hilaire, cronistas como Ferdinand Denis, ou artistas acadêmicos como Jean-Baptiste Debret, Nicolas-Antoine Taunay, Grandjean de Montigny e tantos outros; estrangeiros que se deixariam contaminar pela paisagem local, mas também a alterariam(144).

 

Tal conjunto de intelectuais vem subvencionados pelo estado francês e sob o comando da missão estrangeira no Brasil, o embaixador Duque de Luxemburgo, que tinha como objetivo central intermediar a solução para a questão da Guiana. Já os cientistas tinham como tarefa coligir o maior número possível de informações, dados e características do território brasileiro, para tanto, na qualidade de artistas e viajantes-naturalistas, deveriam coletar e enviar para o Museu de Paris todas as correspondências de caráter científico além de objetos e materiais coletados com vistas à realização de pesquisas.

Entre esses membros que compunham esta missão francesa(145) estava Augustin François Cesar Prouvençal, também conhecido como Auguste de Saint-Hilaire. Viajante-naturalista, membro de família nobre, com importantes conexões no mundo acadêmico francês, se destacou, mesmo antes da viagem ao Brasil, por suas pesquisas em História Natural e Botânica.

Grande intelectual em seu tempo, Saint-Hilaire possuía uma formação humanista, sustentada pelos grandes debates dos iluministas franceses dos séculos XVII e XVIII, além dos ingleses, holandês, alemães, entre outros. O próprio Saint-Hilaire admitiu a significativa influência desses grandes pensadores em sua formação, sendo Goethe o principal deles.

Contemporâneo dos grandes acontecimentos revolucionários do século XVIII, que abalaram as estruturas do poder e do conservadorismo na Europa, principalmente na França, Auguste de Saint-Hilaire conseguiu, de certa forma, sair ileso nesse processo, haja vista que sua família conseguiu manter significativa influência durante e depois desse processo.

Apesar de sua grande e profunda obra, que impressiona não somente pelas detalhadas descrições a respeito dos elementos da biodiversidade brasileira, mas também pelas gravuras geradas a partir de suas análises, que assim como Spix e Martius, tornou a análise botânica em verdadeira obra de arte, Auguste de Saint-Hilaire, segundo Lorelai Kury

 

é, na verdade um desconhecido entre nós. Poucos detalhes de sua vida e de sua obra foram estudados. Na França atual, ele é um personagem esquecido, o que não aconteceu em sua época, quando ocupou posição de prestígio no meio científico parisiense e francês(146).

 

Mesmo tendo caído no ostracismo após 200 anos, Auguste de Saint-Hilaire, talvez seja, juntamente com Maximiliano, Spix, Martius, Debret e Rugendas, um dos nomes mais representativos e simbólicos daquele Brasil do oitocentos. Muitos foram, são e certamente serão, os que citaram os seus trabalhos e viagens em pesquisas que versem sobre a formação da sociedade, cultura, política e nação brasileira, dada a sua enorme contribuição analítica nesses campos.

O fato é que esses relatos e descrições realizados, não somente por Saint-Hilaire, mas por todos aqueles que se aventuraram por um Brasil que acabara de ser redescoberto, contribuíram exponencialmente para a reconstrução de um passado a partir de textos e imagens deixados para nós como colaborações à Ciência e História Natural, e que acabaram por se cristalizar como elementos de construção de uma identidade nacional brasileira.

A exemplo do que veremos nessa breve análise de sua obra que aqui nos dispomos a fazer, Saint-Hilaire não se ateve somente aos elementos da natureza, não que isso por si só não pudesse gerar uma obra monumental, mas, como Maximiliano, realizou inúmeros apontamentos e registros que contribuíram sistematicamente para a compreensão do modo de vida daquelas pessoas que gestaram a ideia de uma nação brasileira, ou seja, um conjunto de obras “interessantes, úteis e até atuais da primeira à última linha”(147).

Durante a sua longa estadia no Brasil (1816-1822) percorreu significativa parcela de nosso território, tendo centralizado suas viagens entre as atuais regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, chegando a visitar o Uruguai e as margens do Rio da Prata. Entre os estados visitados estão: no Sudeste - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo; Centro-Oeste - Goiás; e Sul - Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Tendo sempre o Rio de Janeiro como ponto de partida e base para a organização das diversas expedições que realizou, Auguste de Saint-Hilaire percorreu ao todo, segundo Levy Rocha, duas mil e quinhentas léguas em diversas viagens(148), sempre retornando ao Rio de Janeiro antes de partir para uma nova jornada de pesquisa, fazendo que juntamente com Spix e Martius, que percorreram aproximadamente dez mil quilômetros, seja um dos naturalistas que mais caminharam pelo Brasil nesse período.

Dentro desse contexto, Leonan de Azeredo Pena, na apresentação da Brasiliana dedicada à tradução e divulgação da obra de Saint-Hilaire(149), segue na mesma vertente defendida por Varnhagen, afirmando que de todos os viajantes estrangeiros que se propuseram a realizar uma obra sobre o Brasil durante o alvorecer do século XIX, Auguste de Saint-Hilaire foi o mais gentil amigo do país, visto que

 

Viajando acompanhado por pessoas rudes, às quais se afeiçoara com facilidade, muito sofreu pelo mau caráter ou pela ignorância de seus auxiliares de jornada. Recebido aqui com cavalheirismo, ali com indiferentismo, acolá com grosseria, soube o grande botânico portar-se perfeitamente de acordo com as conveniências do momento e em seus escritos consignar o louvor aos que fizeram jus a isso e à censura, sempre branda e desculposa, aos que o receberam mal ou não o quiseram receber(150).

 

A viagem de Saint-Hilaire ao Brasil lhe rendeu toda uma carreira e um conjunto maciço de obras que entre elas, divididas em 11 volumes, estão: Voyage dans les provinces de Rio de Janeiro et Minas Gerais (1830 - 2 v.); Voyage dans le district des Diamans et sur le littoral du Brésil (1833 - 2 v.); Voyage aux sources du Rio de S. Francisco et dans la province de Goiaz (1847/1848 - 2 v.); Voyage dans le interieur du Brésil (1850 - 2 v.); Voyage dans les provinces de Saint-Paul et de Sainte Catharine (1851 - 2 v.); e Voyage à Rio Grande do Sul e Cisplatina (1887 - 1 v. - publicação póstuma).

Dessas obras citadas somente partes do todo encontram-se traduzidas, a exemplo de Segunda viagem ao interior do Brasil, Espírito Santo, traduzida por Carlos Madeira e que foi extraída da obra Voyage dans le district des Diamans et sur le littoral du Brésil (1833 - 2 v.), e que corresponde aos capítulos VII a XV do segundo tomo.

Outros títulos encontram-se traduzidos, tais como: Segunda Viagem a Minas e São Paulo, por A. Taunay; Viagem ao Rio Grande do Sul, por Leonam de Azeredo Penna; Viagem à província de Santa Catarina, por C. da Costa Ferreira; Viagem às Nascentes do Rio São Francisco e à Província de Goiaz, por Clado Ribeiro Lessa; Viagem pelas Províncias do Rio de Janeiro e Minas Gerais, por Clado Ribeiro Lessa; e Viagem à Província de São Paulo, por Rubens Borba de Morais.

Mesmo depois de retornar à Europa em 1822, devido a um envenenamento ocasionado por um ataque de vespa, cuja substância ataque o sistema nervoso central, Auguste de Saint-Hilaire permaneceu ativo em suas produções e pesquisas, como se pode ver na extensa lista de obras publicadas.

Com um acervo gigantesco, oriundo das constantes remessas realizadas do Rio de Janeiro para o Museu de Paris, na França, Saint-Hilaire pôde continuar e aprofundar suas análises, pois,

 

como se tratava de alguém com conhecimentos reconhecidos em botânica, ele mesmo decidia em última instância sobre o destino de suas pesquisas e coletas. Ele enfatiza, aliás, em suas cartas e depois em seus relatos de viagem que não se limitava a recolher plantas e enviá-las ao Museu de Paris. Ao contrário, as analisava e tomava suas notas in situ, quando ainda estavam frescas e não secas em herbários. Por isso, pediu a seu amigo Deleuze [Joseph-Philippe-François Deleuze], do Museu, que guardasse os envios de plantas que fazia, pois ele mesmo era a pessoa mais indicada para analisar as coleções que formara(151).

 

Esse e outros trabalhos floresceram posteriormente a partir da gama de análises realizadas sobre o material coletado, tais trabalhos renderam a Auguste de Saint-Hilaire elogios em diversas academias tanto na França, quanto em outros países da Europa. Exemplo disso é o relatório redigido e apresentado por Antoine-Laurent Jessieu à Academia de Ciências de Paris onde o mesmo enfatiza a grande obra de Auguste de Saint-Hilaire destacando a persistência e precisão apresentadas pelo citado viajante(152).

Outro notável que o exalta na mesma Academia de Ciências é Alexander von Humboldt, dizendo:

 

Mas, o que concede verdadeiro valor a objetos tão numerosos, o que distingue o viajante cientista do simples coletor, são as observações precisas que ele faz nos próprios sítios, para fazer avançar o estudo das famílias naturais, a geografia das plantas e dos animais, o conhecimento das variedades de solo e o estado de seu cultivo(153).

 

Assim, segundo Lorelai Kury, Auguste de Saint-Hilaire

 

parece corresponder ao novo perfil de viajante-naturalista idealizado no meio científico parisiense: pesquisa in loco, especialização, capacidade de produzir informações balizadas, publicação dos resultados. A qualidade da formação científica do viajante é uma condição prévia para que ele realize o que se espera dele: fazer com que sua missão seja útil(154).

 

Especificamente sobre a capitania do Espírito Santo Auguste de Saint-Hilaire dedicará nove capítulos que versam sobre as principais vilas, povoações e quarteis, além de um quadro geral da Capitania.

Sua obra já fora elemento anterior de análise de grandes intelectuais capixabas, sendo a obra de maior destaque a de Levy Rocha Viajantes estrangeiros no Espírito Santo (1971), onde o autor dedica um capítulo ao viajante. Podemos ainda citar um artigo da Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo de 1935, redigido por Carlos Madeira, o tradutor da obra.

Mesmo sendo um expoente da botânica do século XIX, e possuidor de farta produção, Auguste de Saint-Hilaire foi legado ao esquecimento histórico, haja vista a incipiente produção analítica em torno de seus escritos. O fato é que durante os séculos que seguiram, os viajantes foram enquadrados ora como perfeitos espelhos da realidade social que se desdobrava frente aos seus olhos e que narraram com “profunda” riqueza de detalhes, ora como execrados pelo misticismo da imposição de um novo processo civilizador que tinha como objetivo a transformação dos trópicos em uma nova Europa.

A problematização de seus relatos de viagem somente vieram à tona mais recentemente dada a possibilidade analítica perante as novas ferramentas teóricas e conceituais que se desenvolveram nas últimas décadas. Exemplo disso são as apropriações de ideias de Michel Foucault no que tange ao discurso, autor e poder, outra contribuição está em Roger Chartier e as representações culturais, assim como em Norbert Elias e o processo civilizador, além, é claro, da história dos conceitos.

Enfim, uma série de novas possibilidades de leitura dos relatos de viagem que ganharam força após essa larga expansão dos horizontes da pesquisa histórica na década de 1980. Esses resgates vêm ganhando significativa força e volume, principalmente, após a comemoração dos 200 anos do processo de chegada da Família Real portuguesa ao Brasil, que, como já visto, proporcionou uma abertura sem precedentes na história do Brasil colonial.

Nesse embalo, é justa e necessária, no limiar dos 200 anos de sua viagem à Capitania do Espírito Santo, uma nova visita à obra de Saint-Hilaire, não com o profundo objetivo de problematizá-la ou rotulá-la, mas sim de levar o capixaba a um passado recente, a fim de que ele possa reivindicar para si um passado alternativo a esse das narrativas de atraso que cercam o discurso histórico dominante até os presentes dias.

 

NOTAS

(144) SCHWARCZ, Lilia Moritz. O sol do Brasil: Nicolas-Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de D. João. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, p. 13.

(145) A primeira de uma tradição que vai se arrastar ao longo de quase dois séculos, pois até o final do século XX o Brasil irá receber pesquisadores das sociedades científicas francesas em missões internacionais de colaboração mútua de pesquisa.

(146) KURY, Lorelai. Auguste de Saint-Hilaire, viajante exemplar. Intellèctus, Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, p. 1, 2003

(147) PENA, Leonan de Azerevo. Auguste de Saint-Hilaire: dados biográficos e bibliográficos. In.: SAINT-HILAIRE, Auguste. Viagens pelo Distrito dos Diamantes e Litoral do Brasil: com um resumo histórico das Revoluções do Brasil, da chegada de D. João VI à América à abdicação de D. Pedro. Trad. Leonan de Azeredo Pena. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, 1941, coleção Brasiliana, v. 210, p. IX.

(148) Uma légua corresponde a 4.828 metros. Convertendo o caminho de Auguste Saint-Hilaire em metros, seria algo equivalente a 12.070.000 metros, ou 12.070 Km.

(149) Brasiliana v. 210, Coleção Biblioteca Pedagógica Brasileira, 5ª série.

(150) PENA, Leonan de Azerevo. Auguste de Saint-Hilaire: dados biográficos e bibliográficos... Op. cit., p VIII.

(151) KURY, Lorelai. Auguste de Saint-Hilaire, viajante exemplar... Op. cit., p. 4.

(152) Cf. Ibidem, p. 5.

(153) HUMBOLDT apud KURY, Lorelai. Auguste de Saint-Hilaire, viajante exemplar... Op. cit., p. 5.

(154) KURY, Lorelai. Auguste de Saint-Hilaire, viajante exemplar... Op. cit., p. 5.

 

PRODUÇÃO

 

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Coordenação Editorial

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Coordenação de Arte

Sergio Oliveira Dias

 

Revisão Ortográfica

Jória Scolforo

 

Projeto Gráfico e Capa

Alexandre Alves Matias

 

Agradecimentos

Grupo de Trabalho Paisagem Capixaba

 

Impressão e Acabamento

Gráfica Dossi

 

Fonte: Viagens à Capitania do Espírito Santo: 200 anos das expedições científicas de Maximiliano de Wied-Neuwied e Auguste SaintHilaire/ 2. ed. rev. amp. Vitória, Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, 2018
Autor: Bruno César Nascimento
Compilação: Walter de Aguiar Filho, outubro/2020

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