Morro do Moreno: Desde 1535
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Carapina já foi de Vitória

Ufes, Jardim da Penha e Morro do Moreno ao fundo, 1975

Carapina já pertenceu ao Município de Vitória. Serra também. Em 2 de abril de 1833, o Município Serrano se estende até a ponte da Passagem, em Vitória, situação ratificada pelo Decreto 311, de 1939. Com a inauguração do Aeroporto Eurico Salles de Vitória em 1946 e a construção do Porto de Tubarão, que foi inaugurado em 1966 pela Companhia Vale do Rio Doce, os limites são demarcados, pela Lei Estadual nº 1919 de 31 dezembro de 1963 e boa parte da área passa para Vitória.

Com a criação e fundação do porto de Tubarão na ponta de Tubarão e a instalação do Aeroporto de Vitória em Goiabeiras, o Governo do Estado, à revelia das tradições de limites através de acidentes geográficos, elabora uma nova divisão territorial, passando a região de Goiabeiras, Jardim da Penha e Camburi, para Vitória.

A lei nº 1919 cita uma linha imaginária, razão pela qual, no Censo de 2000, o IBGE, ao fazer o cadastramento da população, considerou os moradores de Bairro de Fátima, Carapina I e Hélio Ferraz como moradores de Vitória. Em 31 de janeiro de 1860 existia perto de Carapina a fazenda Itapucu (hoje Calogi), que pertencia naquela época ao major Henrique Augusto de Azevedo e que foi visitada pelo Imperador Dom Pedro II.

Livro: História da Serra, 2009
Autor: Clério José Borges
Compilação: Walter de Aguiar Filho, dezembro/2010 

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