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De bonde com Grijó - ainda na Rua Jerônimo Mon...

Hotel Tabajara, 1952 - Acervo: José Luiz Pizzol

O bonde seguiu o seu itinerário e eu fiquei perdido na Avenida Jerônimo Monteiro, depois pegarei outro para ver se chego até o final da linha em Santo Antônio. Ao lado da sapataria Carone vinha a Libanesa, outra loja de tecidos de propriedade do Sr. Antônio Jacob Saas, que era pai de César (já falecido) Celso e Carlos Augusto, o Katuia. Era uma loja de tecidos refinados, e nela trabalhavam dois grandes balconistas, que eram Amauri e Rominho, Katuia foi presidente da grande escola de samba da época dos anos 1970/80. Unidos da Piedade, do morro da Fonte Grande. Teve seu grande apogeu. No local onde ficava a Loja Morgado Horta, na parte superior funcionava um hotel. Depois de demolido, o hotel deu lugar ao Edifício Santa Mônica.

Mas, antes de prosseguir falando sobre o edifício, quero referir-me ao basquete do Vitória FC no local onde hoje funciona uma agência da Caixa Econômica Federal. Os amantes do esporte náutico Walter Polo, devido a inexistência de piscinas em Vitória, cercavam com cordas e bóias uma área dentro das águas de nossa baía e demarcavam o "campo" para prática de pólo aquático. O detalhe é que na época não existia o trecho inicial da Avenida Getúlio Vargas, e a água batia nos fundos dos prédios já existentes. Quando o prédio do Ed. Santa Mônica foi construído, aí sim, já existia a Getúlio Vargas. Sua construção foi executada por uma empresa de Pietrangelo de Biase e Pedrinho. O prédio contém loja e sobreloja, que se comunicam com duas avenidas, Jerônimo Monteiro e Getúlio Vargas, e uma caixa-forte no subsolo. Com seus oito andares, era na década de 60 um dos mais modernos edifícios, tendo abrigado pelo menos duas agências bancárias, uma delas, a do Banco Mineiro da Produção, onde trabalhei. Esse prédio me marcou muito na vida, devido ao fato ocorrido com o meu saudoso amigo Solano Martins Faria, que era dentista e proprietário de uma sala, onde tinha o seu consultório odontológico, que ficava no sétimo andar. Minha esposa Belmira e eu tratávamos de dentes com ele, e nossas horas eram marcadas conjuntas. Assim é que em uma sexta-feira do mês de março de 1965 tivemos tratamento com ele. Minha esposa estava grávida aguardando gêmeos, um casal, e só viemos a saber após o parto. Faço essa ressalva, porque o Solano, todas as vezes que íamos ao consultório, brincava perguntando como iam os gêmeos (puro palpite). Mas vamos ao fato. Na tal sexta-feira, após fazer uma assepsia nas mãos, em que gastava quase um sabonete, começou o tratamento de minha esposa, e entre um descanso e outro comentávamos sobre pesca submarina, pois, assim como eu, pescava também. Quando terminou o tratamento dela, ele abriu um armário e retirou de dentro da caixa uma roupa de "newprene", que a sua querida esposa Maria Helena havia trazido dos Estados Unidos, e disse-me: "Vou estreá-la amanhã (sábado)". Iria pescar em companhia de Rubinho Paixão, Wilmar Barroso, Patt, José Alfredo Cabral, Berredo de Menezes, Luiz Olavo Bisochê, entre outros. Partiram para Carapebus. Em uma das descidas, ao voltar à tona, ele veio rápido e retornou para o mergulho que jamais o trouxe de volta. Seus colegas fizeram diversos mergulhos para ver se o encontravam, porém tudo em vão, buscas aéreas, principalmente por Lulu Beleza e Elias Tomazzi, o seu Xinga, foram infrutíferas. O certo é que até hoje, passados 34 anos, só temos a lamentar do seu desaparecimento. Mas o que marcou no seu desaparecimento foi o seguinte fato: cheguei ao banco na segunda-feira pela manhã, estava arrumando o dinheiro com que trabalharia no meu caixa, virei-me para meu colega Didmo Brandão e disse: "Didmo, se o José Tabachi me procurar (era o tesoureiro), diga para ele que fui desmarcar a minha hora de tratamento dentário e o telefone do dentista não atende e nem vi Maria Luíza subir para o consultório, vou deixar um bilhete por debaixo da porta." Foi quando o Didmo virou para mim e disse: "Você não sabe não? O Dr. Solano foi pescar de mergulho e até hoje não encontraram ele..." Desse momento em diante, entrei numa depressão, que levei dois dias sem trabalhar no caixa. Era um grande amigo meu. O Solano era um homem com 1.85 m de altura, forte, vaidoso com cabelos que penteava com escovas, e as garotas se amarravam nele. Casou-se com a professora universitária Maria Helena, filha do Sr. Petrônio Perfeito. Esta, depois de guardar um bom período de viuvez, casou-se com o engenheiro Armando Moreira, filho do seu Moreira, aquele que morava no Sagres. Certo dia, ao retornarem das bandas de Jacaraípe para Vitória e ao entrarem na BR 262, foram atingidos por uma carreta: ela teve morte instantânea, o Armando teve várias fraturas e sinceramente não sei do seu paradeiro (lamentavelmente), era meu amigo.

Quando governador do Estado, o Dr. Jones dos Santos Neves, que era um homem de grande visão, notando que as repartições públicas estavam ficando muito espremidas tanto em seus locais de atendimento ao público como no espaço interno para os funcionários, resolveu construir, no local onde funcionara um armazém de café pertencente ao Estado, um prédio moderno que abrigaria principalmente a Secretaria de Estado da Fazenda e mais duas secretarias de Estado. Um grande prédio com um amplo saguão, onde funcionava um balcão de informações, uma lanchonete e na parede um grande painel feito por um artista de renome nacional. Durante o governo do Sr. Francisco Lacerda de Aguiar, um indivíduo menos inteligente do que nós achou feio o painel e mandou pintá-lo. No entanto, quando o Dr. Carlos Monteiro Lindenberg assumiu o governo do Estado, mandou recuperá-lo. Hoje a Secretaria de Fazenda ocupa toda a área. Por volta de 1945, veio a construção do Hotel Tabajara, de propriedade de dona Penhinha Medina. Na época era o melhor hotel da cidade, mas tinha um inconveniente, que era o movimento de cargas e descargas do porto, durante as 24 horas do dia, além da poeira constante. Mas mesmo assim hospedou grandes personalidades políticas e sociais. Aliás, no Tabajara hospedou-se a missão japonesa, que havia chegado ao Estado em busca de um local para a montagem de uma grande siderúrgica. O que poucos sabem é que a missão ficou à espera de um representante do governo estadual por dois dias. O engenheiro, Dr. Muller, que morava no hotel e era o responsável pela Usina Hidroelétrica de Rio Bonito, vendo aqueles japoneses e que vez por outra mostravam irritabilidade pela parte da noite na sala de estar, arriscou algumas palavras em inglês e acabou mantendo um papo com alguns deles. Aí ele ficou sabendo da finalidade dos 20 japoneses bem vestidos e sisudos. Quando o Dr. João Batista Pinheiro, que era assessor do governador Francisco Lacerda Aguiar, apareceu para visitá-los, eles já estavam sendo recebidos no Palácio da Liberdade pelo governador Bias Fortes, com direito a carros oficiais e batedores. Tudo isso ocorreu por causa da vivacidade do Sr. Carlos Lemos, que era representante do governo de Minas Gerais em Vitória. Dessa forma perdemos a construção da siderúrgica que hoje se chama USIMINAS. Desse fato que narro fui testemunha com os demais funcionários da agência do Bando Mineiro da Produção em Vitória, por ocasião de uma visita a Rio Bonito. Tal fato foi revelado pelo engenheiro Dr. Müller, visivelmente constrangido pelo descaso do governo do Dr. Francisco Lacerda Aguiar. Lembro-me que entre os presentes estavam: O Sr. Hélio Baeta Magalhães Gomes, José Cláudio, meu irmão, Ivam Brum Lucas, Gerson Costa e outros funcionários do Banco Mineiro da Produção. Quanto a nós, só tivemos que lamentar e repudiar. Anteriormente falei daqueles mastros que ficam junto ao alambrado do porto em frente à escadaria do Palácio. Quando o Dr. Dirceu Cardoso era presidente da Codesa, mandou instalar os mastros para que ali fossem hasteadas as bandeiras dos navios que se encontrassem atracados nos berços do porto. Dessa forma homenageava-se a nação de procedência do navio. Hoje devia ser o único porto no mundo a adotar o hábito de fazer tal honraria.

Voltando ao Tabajara, em seu térreo, as Casas Samuel, onde trabalhava o Pedrinho Dário, a relojoaria do José Nagib, o Zé Mingau, e de Marinho Brandão, que era encarregado dos consertos. Na portaria do hotel funcionava um balcão de vendas de passagens aéreas, cujos responsáveis eram Hamiltom Rabello e José Medina, como despachantes de aeronaves. Do outro lado da rua, onde está hoje o Hotel Cannes, ficava a Nobreza, de José Assad, um negociante muito criativo em propagandas, que tinha como lema o processo de liquidação. Inventava de dois em dois meses uma, alegando que a casa iria fechar. Desarrumava tudo, botava papel picado pelo chão, usava carro de propaganda, sujava as ruas com panfletos e no final vendia. No outro lado em frente à Nobreza ficava a famosa Casas Pernambucanas e na parte superior, um velho hotel chamado "Hotel Universal", de péssimas acomodações. Ainda nas proximidades da Praça Oito aconteceu um fato que acabou se transformando numa ocorrência policial. Existia o contorno da praça onde faziam-se estacionamentos em certas partes, pois uma área era reservada para os carros da praça (como se chamava até antes do taxímetro) e a outra parte para os carros particulares. Lembro-me de alguns motoristas: Alemão, que só comprava carro do ano; Caboclo, que comprava os carros que os Helal usavam (só usavam um ano); Américo Martins, tio de Oswaldo; Haroldo; Arthur, e Coronel Décio. Mas vamos ao fato. Todos os dias o Sr. José Dumans, proprietário da concessionária General Motors, e o Sr. Barreira, que tinha um comércio açucareiro, tomavam um cafezinho no Café do Almeidinha. Um certo dia da semana, como era de costume, os dois chegaram por volta das 11 horas e tomaram o cafezinho tradicional no café do Almeidinha, bateram o papo diário e se despediram. O Sr. Dumans partiu primeiro e o seu Barreira ficou papeando com outros amigos. Os carros de ambos eram da marca Vauxual e estavam estacionados um ao lado do outro. O seu Dumans meteu a chave no carro e saiu, mas o carro era do seu Barreira. Porém na hora de sair a chave da ignição não aceitou a entrada para dar a partida no veículo. Naquela época roubo de carro nem se pensava ou falava. Comentou com os motoristas de praça e um deles verificou que aquela chave era de outro carro. O seu Barreira já havia acionado a polícia e esta chegara com seu camburão vermelho e preto. Alguém que conhecia a dupla de amigos perguntou se de fato aquele era o carro de seu Barreira. Ele olhou para o banco traseiro e viu a pasta do seu Dumans. Após um telefonema para um amigo, tudo voltou ao normal.

Aproveito para comentar sobre o Banco do Brasil. que ficava em frente aos Correios. Era o maior sufoco para o pessoal que lidava com aquele tipo de estabelecimento. Geralmente seus dirigentes, gerentes, subgerentes e contadores, com raras exceções, tinham tolerância com os correntistas ou terceiros. Os horários pareciam tão rígidos como os de meio-dia, encerrando o expediente externo às 16 horas. Às vezes o Amadeu ou Nilson, o Miúdo, na porta davam colher de chá abrindo para que alguém entrasse para resolver um problema que já estava no caixa etc. Eu, que trabalhava na compensação do Banco Mineiro da Produção, sofri muito por alguns minutos de atraso, não negligência, mas por diferenças na hora de fechar a compensação no meu banco. Mas no Banco do Brasil existiam muitos amigos de primeira grandeza e no carnaval saíam no bloco Alegria da Vaca, enquanto o IBC ia para a Rua com Tristeza do Boi. Pelo banco, Gilson Wanderley, Roberto de Oliveira, General Guilherme Abaurre, Rubens Nascimento, o Rubinho Paixão, Zé Maria Pacheco, Airton Mendonça, Átila Sarlo Maia, Aurílio Aguiar e outros. O bloco saía às 13:00 horas e retornava depois das 18:00 horas do sábado, já fundido com a "Tristeza do Boi". Wilson de Oliveira, Darcy e Mário Grijó, Eduardo Neves, Clóvis Silva, Waldemar Gianordoli, o Tita, Borges o Ferrugem, Ademar Aguiar, o Filé, compunham o bloco, que fantasiava-se com sacos de café. Ainda na Jerônimo Monteiro existia uma grande casa comercial, o "Empório Capixaba", que era um comércio de variedades. Sofreu com o "quebra-quebra", reergueu-se e suas atividades encerraram-se nas décadas de 60/70. Um fato curioso marcou a vida de um dos maiores empresários de nosso Estado. Quero me referir ao Otacílio Coser. O cidadão em questão por volta de 1940/50 veio de Itaguaçu para tentar a vida em Vitória. O seu primeiro emprego foi como balconista do Empório, onde trabalhou por alguns anos e à noite estudava. Certa ocasião confidenciou-me que, após fazer sua refeição, dirigia-se ao Pan-Americano, que era a loja de meu pai, e ficava batendo papo com ele, e acabou dizendo que os conselhos recebidos do meu pai foram-lhe fundamentais. De balconista passou para o ramo que ele conhecia, o comércio de café, e passou a oferecer café dos produtores aos compradores e exportadores. Depois, ele e seus irmãos Jair, Gersino, Lairton e Arlindo começaram a ampliar os negócios do café, aí já como exportadores. Cada um assumiu uma fatia da firma. Depois passou para o ramo de venda de veículos, adquirindo a Vessa Veículos; entrou na firma sua irmã Zuca Coser Teixeira, casada com David Teixeira (engenheiro civil e professor). Mais tarde adquiriu a Vitoriawagem, abrindo uma revendedora em Vila Velha, porém só como investimento, e a entrada dos filhos veio solidificar mais suas firmas. Fundou a Coimex Importadora e Exportadora, em função da qual hoje constrói um cais portuário, para recebimento de suas importações e exportações. O cais localiza-se na foz do Rio Aribiri com o canal da baía de Vitória. Hoje é casado com Marília, que também é possuidora de alto tino comercial. Formam um casal exemplar: nasceram um para o outro. Mas muitos não sabem. A Unicafé, de propriedade do grupo Coser, é a maior exportadora de café da América do Sul e é gerida por Jair Coser, que é casado com a belíssima Marisa Ramalhete Coser. É o maior entendedor de café do nosso país, já tendo ocupado o cargo de presidente do Centro de Comércio do Café do Brasil por mais de uma vez. Hoje mora no Rio de Janeiro. No entanto, como os demais da família Coser, é modesto e trata todos com o maior carinho. Posso garantir que os Coser continuam crescendo e com mérito de quem trabalha para alcançar algo na vida.

Continuando na Jerônimo Monteiro, a Casa das Sedas, de Nicolau Haig, a Relojoaria Brescianni e a Casa Esperança, especializada em armarinhos e, hoje na Professor Baltazar, no mesmo ramo há mais de 40 anos. Na parte superior do prédio da relojoaria ficava a oficina de roupas da alfaiataria "Taneco", que, como comentei, em anúncios afixados nos bondes dizia: "Alfaiataria Taneco. O alfaiate que não é bom mas serve". O seu nome verdadeiro é José Higino de Oliveira, casado com dona Nice Silveira de Oliveira, já falecida, pais de João Luiz Oliveira, médico radicado no Rio de Janeiro e conhecido em Vitória pelo apelido carinhoso de "Tanequinho". Tem como irmão Joseni. O Taneco é escritor, já tendo publicado dois livros com os nomes de: O Soldado, 2284 e Vida do Zeca. Está lançando o livro Obrando com a Cabeça. Este encerra três histórias alegres que se baseiam em fatos da vida do Autor. É membro do Conselho Administrativo do Banestes há 35 anos e antes foi do Conselho Fiscal do mesmo banco por 10 anos. Foi proprietário de uma gráfica e hoje curte uma aposentadoria e ainda é membro da Academia Espírito-Santense de Letras. Grande Taneco.

Quando me referi ao empresário José Maria Vivacqua dos Santos, esqueci-me de falar sobre seu auxiliar direto, que era o César Rizzo. Jovem na época, gostava de esporte, sendo goleiro do Vitória FC. Mais tarde, possuidor de uma bela voz, passou a integrar o cast de locutores da Rádio Espírito Santo, como locutor esportivo e comercial. A partir daí evoluiu tanto que as rádios do Rio de Janeiro puseram olho nele e não houve outra alternativa. Se mandou para lá e acabou na linha de frente dos radialistas do Brasil. Aliás, certa vez, por ocasião das olimpíadas realizadas na Espanha, ele estava na Rádio Globo, lá em Madrid, transmitindo um boletim esportivo e entrevistava na ponta da linha o capixaba Urano de Sousa, que atua nas noites madrilenas. Nesse momento eu liguei para a Globo e o locutor Luciano Alves, que transmitia o programa aqui no Brasil, me pôs em contato com César em Madrid, de onde eu de minha casa bati um papo via Vitória-Rio-Madrid. Este fato também ocorreu quando das Olimpíadas de Moscou, com o mesmo César Rizzo. Hoje o César Rizzo, além de locutor e comentarista, é um grande publicitário no Rio de Janeiro.

 

Fonte: A Ilha de Vitória que Conheci e com que Convivi, vol. 6 – Coleção José Costa PMV, 2001
Autor: Délio Grijó de Azevedo
Compilação: Walter de Aguiar Filho, agosto/2019

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