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De bonde com Grijó - Coisas dos tempos de vida pacata

Circo ainda antes do aterro da Esplanada Capixaba, anos 1940

Dentro de um pequeno bairro encontram-se coisas dos tempos de sua vida pacata. Além das peixarias hoje modernizadas, a padaria também bem mais moderna do que aquela do idos de 50, que pertencia ao Misael Pedreira, pai da ex-miss Saldanha da Gama, Edith, casada com Jarbinha "Gago", as filhas de "Sinho" Pandolpho e dona Morgada, Vera, Marlene e Nilza, e Pandolphinho, a Igreja de São Pedro, em frente da qual se realizavam as festas juninas organizadas por Ercílio, Dr. Lucilo, Misael, os Murilos, os Reis e tantos outros que moravam no bairro que mais cresceu em Vitória. O Hospital São Pedro e a Casa de Saúde de Dr. Lucilo Borges Sant'Ana, pai de Lucilinho, Pedro Paulo e Mauryti; Sr. Agnelo com seu caminhãozinho e suas carroças; o Armazém de seu Paes, especializado em secos e molhados são marcas registradas do bairro. Cite-se também a Escola Primária Colatina Mascarenhas. Era um prédio velho, e seus alunos corriam um risco tremendo, por ser a entrada e saída da escola rente à linha do bonde. Mas, graças ao padroeiro do bairro, jamais houve um acidente. Ia me esquecendo de dois grandes frequentadores do São Pedro, que eram o Theobaldo Trancoso de Oliveira e o Roberto Gomes de Souza, o Roberto "Barra Pesada", que de barra pesada não tinha nada, sendo um indivíduo bem quisto e de grande coração. Sua morte causou grande dor entre seus amigos. Roberto e Theobaldo, que eram abastecedores de navios, contribuíram para o conhecimento de nossa moqueca no exterior. Eles levaram o comandante, comissário de bordo e oficiais para comerem no Restaurante São Pedro, então os "gringos", quando chegavam lá fora, recomendavam a moqueca capixaba para seus colegas que vinham para Vitória. No restaurante existe um quadro e um livro, onde figuras ilustres deixaram os seus autógrafos. Assim é que Juscelino Kubstichek, Magalhães Pinto, Bias Fortes, Nelson Gonçalves, Carlos Lacerda, Jones Santos Neves, Carlos Lindenberg, Negrão de Lima, Rubem Braga e outros estão com seus nomes inseridos na história do São Pedro. O Sr Theobaldo Trancoso de Oliveira era pai do primeiro secretário de Turismo do Estado. Mário Petróchi de Oliveira.

Antes de seguir pela moderna Enseada do Suá, vou recordar a Secretaria de José Maria Vivacqua do Santos, que ficava onde é hoje a subestação de Força e Luz da Escelsa. Mais para a Beira-mar existiam os estaleiros do Caseira e Manuel Vareta. Hoje o Vareta está por trás da antiga secretaria de Segurança. Mais tarde a draga Ster, contratada para dragar o canal de Vitória, passou a jogar a areia na antiga Enseada do Suá, praias de Santa Helena, Comprida e Canto. Levou o aterro hidráulico até a sede do Iate Clube do Espírito Santo, e muita gente não se conformava com o que via (os tradicionalistas). Porém, a força do progresso venceu e hoje temos essa beleza de enseada que encanta a todos que por aqui chegam. Mas bem que era gostoso aquele tempo bucólico quando no Iate o esporte mesmo era iatismo, sendo a sede pequenina, aconchegante, cujos frequentadores todos se conheciam e o traje era short e calção para homens e garotas. Garotas da época como Therezinha Ruschi, Lourdinha Marins, Verinha Sarlo, Angela Aguirre, Déa Carneiro, Helenitza Beleza, Cecilinha De Biase animavam as festinhas do Iate Clube. Já pela parte masculina, Fázio e Bebeto Ruschi, Geraldo e João Luiz Carneiro, Murilo e Marcelo Morgado Horta, Patt Herbart, Morris e Elza Brawn, Fernando Jackes Teubener movimentavam a parte esportiva. A coisa era boa. Depois, com a chegada do progresso, o Iate Clube transformou-se no que vemos. Ia esquecendo-me do Bento Machado, grande velejador, antes da área ser aterrada nas proximidades da rua Moacir Avidos, em frente à casa do Sr. Delanó. Cito o grupo formado por Dr. Chrisostomo Beleza, o seu irmão José, Dr. Norberto Madeira da Silva, Dr. Henrico Ruschi, Dr. Duarte de Aquino, Orlando Ferrari, o Carnera, Cibel Calmon, o Tubarão, eu e Manoel da Silva Nunes, o Mané Diabo, que éramos muito mais novos, mas praticávamos esportes, como natação, eles nos colocavam um de cada lado. O que eu quero me referir é sobre uma modalidade de jogo inventado por ele e que tinha como finalidade ser disputado dentro d'água, que devia chegar à altura do peito. O jogador mais baixo geralmente chiava, pois tinha que fazer uma arremesso a uma distância de 20 metros contra a área do seu adversário. A formação era feita com quatro participantes, que ficavam entre quatro estações fincados na areia e com um metro e meio para fora da lâmina d'água. Quem fizesse mais gols era o vencedor. As partidas eram jogadas todas as tarde de maré cheia; começavam por volta das 17 horas e iam até às 19 horas, no horário de verão. As gozações eram a tônica das partidas. Anteriormente citei o apelido do Cibel de Tubarão. Este apelido nasceu devido a uma disputa das prova de 5 mil metros que era realizada na natação de Vitória e tinha como saída o local em frente ao antigo 3° B.C., em Piratininga (hoje o Batalhão Tibúrcio, o 38° Batalhão de Infantaria) e chegada no farolete entre o Penedo e o Saldanha. Aconteceu que o Cibel, que já na altura de Bento Ferreira encontrava-se mais para lá do que para cá, parou e alegou que estava sentindo "cheiro de tubarão". Daí em diante foi-lhe colocado o apelido, que dura até hoje. Porém jamais se aborreceu com isso. É um boa praça. Depois da morte do Dr. Ruschi, a brincadeira acabou. No final da década de 1950, certo domingo eu estava no bar do Walter e Antônio, o Miramar, quando por volta das 11 horas apareceu o José Maria Vivacqua dos Santos. Chamou-me juntamente com o Lulu Beleza e confidenciou-nos que um piloto da Planair do Brasil, que fazia linha internacional, havia lhe trazido a última palavra em matéria de conforto para os pés. (Homem de muito prestígio nos meios da aviação civil, militar como também político, jurídico e civil). Tratava-se de um par de sandálias (apelidada no Brasil como bambolê). Porém aqui no Brasil e principalmente no Estado, jamais vira alguém usando tal tipo de sandália. O Zé Maria, com receio de usá-las, chamou-nos para dar-lhe "cobertura". Assim é que as tirou do embrulho e desfilou até a Praia do Barracão e dessa forma estava lançada a moda das sandálias bambolês em Vitória. O material era uma espuma que pesava pouquíssimas gramas. Para os que não sabem, o Zé Maria, na época, tinha a compleição física bem frágil, por esse motivo nos convidou para acompanhá-lo. Coisas daquelas épocas. Tempos em que o indivíduo não entrava num ônibus sem camisa ou de calção. E havia horários de cinema que não se entrava sem paletó ou gravata. No dia 8 de setembro de 1962, dia do aniversário da cidade, o ex-deputado federal, o saudoso João Calmon, em seu primeiro mandato e como presidente dos Diários Associados, presenteou o Espírito Santo com a primeira emissora de televisão. Esta é a atual TV Vitória. Também nessa data o Banco Mineiro da Produção entregava a Vitória a agência mais moderna do Estado e a primeira filial de um banco de outro estado na Capital. Diversas comemorações foram programadas com jantar para autoridades e convidados especiais, baile no Praia Tênis e diversos artistas das Associadas. Dentre os artistas estava a cantora Elza Soares, que começava a surgir para o estrelado. Após o show no Praia Tênis, onde ela "arrasou" cantando a música "O Edmundo", já passava das três da madrugada, quando o Lulu Beleza ia embora e eu resolvi aproveitar uma carona em sua caminhonete, pois ele morava na Alziro Viana e eu na Gama Rosa. Ao passarmos pelo portão de entrada do Praia, uma moreninha baixinha e gordinha com um "cabelo bem nacional estava na porta parada. Era a Elza Soares. Perguntei-lhe se esperava condução (na época não usávamos táxi em Vitória e não existia nenhum carro de praça nas imediações). Ofereci uma carona e de pronto ela aceitou e a deixamos no Estoril. Será que se fosse nos dias atuais ela aceitaria uma carona ao terminar um show, na boleia de uma caminhonete?

Por falar em artistas, uma coisa que era uma festa para Vitória era a chegada de um circo na ilha. Nós, ilhéus, éramos tolhidos totalmente de diversões. Tínhamos como opções as novelas radiofônicas das rádios Nacional, Maryrinke Veiga e Tupi, às vezes a novela da Rádio Espírito Santo, a Voz de Canaã. Além disso, as festas dos clubes e os dois cinemas Glória e Carlos Gomes, pois o Politeama, como disse anteriormente, era um "poeira" de 1ª linha. Por esses motivos a chegada de um circo era sempre bem aceita. Grandes circos passaram por nossa cidade, dentre eles o Olimecha, Stewanovisk, Irmãos Temperani, Piolim, Garcia, Liendo, que era circo-teatro, Thiany, Grand Circo Americano e outros de menor porte. O circo Olimecha era especializado em apresentação de feras domesticadas. Além de números de ginásticas de solo e trapézios, o Stewanovisk era de uma linha quase idêntica ao Olimecha. O Irmãos Temperani talvez fosse o circo mais completo que por aqui esteve nas décadas de 1950/60, era um circo com uma linha de espetáculos variados, apresentava promoções novas durante toda semana. Em matéria de trapézio voador, jamais vi até hoje um quinteto "brincar" no trapézio como Jayme, Jair, Guilherme, Humberto e Renato como aparador. Faziam miséria, depois o quarteto Temperani, pois o Renato não era da família, ia para o "velho" globo da morte, onde os quatro faziam um verdadeiro desafio à morte. Uma vez, além dos quatro circularem com suas motos BSA e DKW, 350 cilindradas, eles ainda colocavam mais um em uma bicicleta. Nas bicicletas os seus números sensacionais; desmontavam a bicicleta toda, ficando apenas com o selim e uma roda traseira. A Cesta da Morte era outro número que causava sensação, pelo fato de irem os exibidores até a borda de uma cesta redonda, que era suspensa no solo. Nela se exibiam duas pessoas. Quando a bilheteria começava a fracassar eles anunciavam peças teatrais, trazendo de volta o espectador. Geralmente os circos possuíam excelentes orquestras. O Piolim, mais tarde, fundiu-se ao Temperani, pois seus proprietários eram parentes. Em matéria de palhaço de picadeiro, igual a Piolim está para nascer. Ele e o Ozon, que era seu patner, faziam com que a plateia chorasse de tanto rir. Outros palhaços por aqui transitaram, como: Arrelia, Ataliba, Baratinha e Cascatinha. Liendo bateu todos os recordes de permanência em Vitória. O Temperani chegou a ficar aqui cerca de oito meses instalado no aterro dos Monjardim, na Henrique de Novais; no entanto, o Liendo, ficou ali mais de um ano e depois armou onde se encontra o Moinho Buaiz por mais seis meses. Suas apresentações teatrais cativavam as plateias, com peças teatrais como "O Ébrio", de Vicente Celestino, com a participação do cantor e ator, que era permanência em cartaz por semanas. Atores como Pedro Celestino, Sadi Cabral e outros participavam de diversas peças. Quando o Liendo partiu, deixou saudades. Como fato curioso foi o casamento de um de seus artistas com uma moça da ilha, por ter sido realizada a recepção na área do circo, que não funcionou no dia para receber os convidados. Mais interessante mesmo foi quando ele ainda estava armado no aterro dos Monjardim; exibia uma peça sobre a vida de Cristo. A EIM 277, um Tiro de Guerra que funcionava no Saldanha da Gama, como citei anteriormente, terminava suas instruções por volta das 22 horas. No dia da referida peça alguns alunos adentraram o circo para assistirem a peça, no entanto alguns faziam comentários em voz alta. Foi quando o tenor José Pereira Silva, para os capixabas mais antigos, o Zé Navalhada, que não gostava do apelido, ouviu chamarem-no pelo apelido. Revoltado, resolveu passar uma descompostura no frequentador inconveniente. Depois que terminou de falar, um gaiato da plateia gritou. "O Cristo malcriado...", provocando uma risada geral. Até atores caíram na risada. O circo Garcia não era o que é hoje, mas já apresentava grandes espetáculos, como também o Thiany; não era tão soberbo mas sempre suntuoso, dando uma impressão séria dos dias atuais. Ia me esquecendo de uma das maiores atrações dos irmãos Temperani. Era a bala humana. Seu funcionamento baseava-se na entrada do Sr. Guilherme, que tinha deficiência em uma vista devido a um acidente com um chicote de domador de feras. Ele, vestido num macacão branco e usando um capacete, ficava dentro de um tubo de uns 80 centímetros de espessura, onde, impulsionado por um sistema de molas espirais e conjugadas com espoletas, ficava de uma extremidade do circo a outra; estas, depois de acionadas arremessavam-no rumo a um trapézio, ao qual ele se agarrava. A exibição era perigosa, pois, se não alcançasse o trapézio, esborrachava-se contra a armação do globo da morte. Para protegê-lo disso só existia uma pequena rede. Era sensacional. Mas o que mais empolgava os moradores de Vitória e de outras cidades por onde andavam era a chegada do circo. Diversos circos vinham do Norte do país, via naval ou por via férrea. Os caminhões eram poucos e de pequeno porte. Assim é que eles desembarcavam os animais e a maioria vinha nos carrinhos do próprio circo e desfilavam pelas cidades. Nós, garotos, vivíamos horas maravilhosas, admirando aquelas feras. No dia da estreia havia o desfile da companhia, com elementos em pernas de pau, palhaços, banda de música do circo e o desfile dos animais, com a garotada repetindo o famoso "Hoje tem, hoje tem, tem sim senhor, hoje tem espetáculo, tem sim senhor, o palhaço o que é, é ladrão de mulher". E lá seguia o desfile. Depois, de volta, quem tivesse o seu nome anotado pelo palhaço, ganhava um ingresso para o espetáculo. Outra coisa que me marcou para sempre foi a porta de entrada de um circo. A movimentação dos ambulantes vendendo guloseimas — os manjados saquinhos de amendoim, pipocas, bolos e doces. Mas o mais gostoso eram os roletes de cana. Eram seis roletes espetados num bambu e custavam 20 centavos. Lá dentro, na bomboniere, a companhia explorava o comércio. Ainda sobre o circo Liendo, ele tinha uma montagem diferente dos demais. Era totalmente cercado com folhas de zinco. Já os demais, com as lonas tradicionais. A convivência entre os artistas do circo e nós, garotos da Capixaba, sempre era de camaradagem e com isso sempre conseguíamos entradas gratuitas. Eu, por exemplo, as conseguia através da camaradagem, não só por morar de frente para o circo, mas também em virtude do empréstimo do "Tamaru", o barco de meu pai; de barco eles iam para trás do Penedo fazer pescarias de siris e caranguejos. Já Marinho, Raul e Aloisyo Monjardim quebravam o galho de quem não conseguia entrar. Eles, como donos do terreno e também sobrinhos do prefeito, geralmente ganhavam os "permanentes" que davam direito a camarotes. Muitos casos, como moças que fugiam com artistas dos circos, aconteceram. Era uma loucura para a família, que às vezes, ao acordar, sentia falta da filha e ela já estava longe com "Dom Juan". Mas a polícia e o Juizado de Menores sempre as traziam de volta ao lar. Outro grande espetáculo foi sem dúvidas o "Holliday On Ice", que por volta de 1956 foi armado na Esplanada Capixaba, ali onde hoje é a Praça Getúlio Vargas. O festival no gelo e as águas dançantes talvez tenha sido o maior espetáculo apresentado até hoje em Vitória. Simplesmente indescritível. Luxo, técnica, mulheres e mulheres lindas, dando show sobre o gelo e coloridas pelos jogos de luz. Outra grande atração internacional que marcou época foi a apresentação dos ases do basquetebol americano. "Os Globetroters" e os "All Star". Este era time só de brancos, enquanto os Globetroters eram negros. A exibição desses times só se deu pela coragem de dois grandes desportistas da época, que se uniram e resolveram topar a empreitada, que era caríssima, eram eles Antônio Balbi, pelo Saldanha da Gama, e Arthur Cezastorisk, o Queridinho, pelo Vitória Futebol Clube. Para que se realizassem as partidas, foi necessária a construção de um tablado que serviu como quadra construída no centro do Estádio Governador Bley. O Saldanha, em uma noite só, enfrentou os dois times. Primeiro os brancos, sendo que nesse jogo Fernando, meu irmão, sofreu um corte em uma das mãos ocasionado por uma farpa ao cair na quadra. Com isso, foi afastado do outro jogo. Eu, que o acompanhei ao pronto-socorro, também fiquei sem assistir ao All Star. Mas o importante mesmo foi ver o show dos negros e isso nós vimos. Sensacional, e só para quem teve a felicidade de vê-los é que poderá dizer o que era malabarismo. Na época, jogavam pelo Saldanha: José Lacourt, Jayme Navarro de Carvalho, Willy Pacheco, Manoel Pinto dos Santos, o Mané Português. Vitor Hugo Gasparini, Rubens Pandolpho e José Cláudio e Fernando Grijó Azevedo. Na reserva, Paulo Pimenta e Delmar Ramos, o Mazinho, Técnico, Nilton Pandolpho Barbosa. Para felicidade dos promotores do evento, São Pedro deu uma força e o sucesso foi total. Esses dois eventos e mais a regata noturna por ocasião do "Quarto Centenário de Vitória", do qual tive a felicidade de participar. Mais tarde, no Rio de Janeiro, por ocasião do "Congresso Eucarístico Nacional", houve outra, e novamente participei de duas. Como disse, foram os maiores eventos no meu entender, na ilha de Vitória. Hoje o modernismo e a tecnologia ainda ficam devendo um pouco a eles.

 

 

Fonte: A Ilha de Vitória que Conheci e com que Convivi, vol. 6 – Coleção José Costa PMV, 2001
Autor: Délio Grijó de Azevedo             
Compilação: Walter de Aguiar Filho,setembro/2019

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