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De Bonde com Grijó - Parando no Hotel Sagres

Hotel Sagres, década de 1950

Atravessando a Jerônimo Monteiro, a Camisaria GR, uma das mais velhas da cidade. A Gonçalves Ledo, mesmo sendo de pequena dimensão, é uma rua de grandes recordações. Isso devido à existência de um dos maiores bares do Brasil à época, o Sagres, que pertencia ao hotel de mesmo nome, do qual eram donos o casal Francisco e Maria Cruz, tios do engenheiro e ex-prefeito da Capital, Chrisógono Teixeira da Cruz. Aliás, a família Cruz gostava do ramo de hotelaria. Júlio, por exemplo, pai do Chrisógono, era proprietário do Magestic Hotel, que ficava na Rua Duque de Caxias, um bom hotel, preferido por caixeiros viajantes. Mas volto ao Sagres. Como disse, era um dos melhores do Brasil e em matéria de estoque de bebidas estrangeiras era quase incomparável. Tinha marcas de uísque de cinco em cinco garrafas diferentes nas prateleiras, vinhos portugueses, franceses e alemães, conhaques e licores. Era uma beleza. Ótimos também eram os seus serviços de lanche e restaurante durante os dias de carnaval de rua que existia na ilha. No tempo do bloco sujo, das mascaradas e mascarados, da burrinha. Com esta saíam garotos levando à mão um pinico com um pouco de cerveja e uma salsicha, entoando o coro: "Todo mundo deu, só o senhor que não deu". Enquanto não arrecadavam uma grana, não paravam de cantar. Lembro-me de um certo ano em que apareceu um marujo americano falando um português de beira de cais, misturado com espanhol e inglês. Devido a permanência do navio no porto, acabou fazendo amizade com a turma. Preparava-nos aperitivos, e deles nos servíamos às vezes pela noite antes de partirmos para a zona boêmia de Caratoíra. O fato é que ele agregou-se a nossa turma. O dia marcado para o navio dele zarpar caía justamente no último dia de carnaval. Justamente às 16 horas. Ao aproximar-se do horário, começamos a alertar o gringo quanto ao embarque. Só que o marujo estava num fogaréu daqueles e com duas mascaradas, uma em cada braço e todo sujo de batom. Ele era engenheiro de máquinas e resolveu: "Vou de avião pegar o navio em Trinidade Tobago". Seis dias depois pegou o avião para o Rio de Janeiro e foi-se. Se ele chegou por lá, até hoje não sei. Mas que saiu de alma lavada, não restam dúvidas.

Já que falei em partida de navio, não havia coisa tão linda como uma partida de um navio do porto de Vitória. Existe um código internacional de saudação, baseado em número de apitos: no caso de Vitória, o prático, que é o responsável pelo navio, executa três apitos longos e os rebocadores respondem no mesmo diapasão. Em seguida, o navio solta um apito rápido em som mais baixo. O rebocador responde e o navio segue em frente. Era simplesmente lindo. Só que hoje em dia já não se faz essa saudação. Por que não, isso eu não sei. Mas que o código permite, não existem dúvidas. Mas o gringo me retirou do Sagres por momento. Sagres aqui tanto se refere ao hotel como ao bar: ambos marcaram época em Vitória. No hotel existiam moradores fixos e dentre eles o Dr. Polibio Andrade, médico sanitarista, pessoa muito benquista em nossa sociedade, os representantes comerciais seu Moreira e Vital, o Dr. Pires Laje, Alberto Barros. Adamastor Bonfim e Levi Dantas. Os hábitos desses moradores eram interessantes. O Adamastor gostava de comer banana-prata por volta das 22 horas, já o Dr. Pires Laje sentava-se à mesa que ficava na segunda fila próximo à porta da entrada do bar. Ali lia os jornais e fazia seu lanche. Já o Sr. Moreira era um vascaíno doente e gostava de um papo esportivo. Era "doido" para me levar para remar no Vasco. O Vital não me deixava pagar uma despesa, caso ele me visse em uma mesa. O motivo é que por ocasião dos festejos do IV Centenário de Vitória prestei-lhe socorro em um acidente de carro. Na ocasião ele conseguiu com carro pequeno derrubar um poste, na Praça do Trabalho, e o levei nos braços até ao pronto-socorro, que ficava na antiga Casa de Saúde Dório e Silva, situada a uns 800 metros do local do acidente. Esse acidente causou-lhe o endurecimento do joelho, pois comprometeu-lhe a rótula. Um fato que marcou muito em um certo carnaval foi o sequestro de um garçom, pelo simples fato de ter servido cerveja meio quente ao major da Polícia Militar. Orlando Cavalcante. Após uma discussão o major jogou-lhe um copo de cerveja no rosto e ele revidou. Era o segundo dia de carnaval. À noite, após o fechamento do bar, dando todos  caso por encerrado, eis que o garçom botou a boca no mundo e a Rádio Espírito Santo passou a divulgar o sequestro a todo momento, o que fez com que o major desistisse de suas intenções. Mais tarde, o major dava entrevista dizendo que só queria dar um susto na vítima. O caso foi encerrado. Anos depois, o major Orlando foi assassinado num bar em Jacaraípe. Outro fato que marcou a vida do hotel foi a descoberta de um casal suspeito em colóquio amoroso. Eu, José Leal Pessoa e Carlos José Bonfim, o nosso Codé, estávamos fazendo um lanche por volta das 15 horas e notamos um movimento estranho na portaria do hotel (a portaria interligava-se com o bar através de uma porta). Perguntamos a alguém o que se passava e fomos informados de que um casal conhecido em Vitória foi apanhado num dos quartos fazendo amor. O gerente não teve tato para contornar a situação e deixou vazar o fato. Resultado: a curiosidade apoderou-se dos que estavam no bar e o rebu foi armado. Por mais que se tentasse desmentir o ocorrido, mais curiosos juntavam-se em frente ao hotel. Para coroar a besteira do gerente, seu Chico solicitou a presença da polícia para dispersar os curiosos. O tumulto cresceu. Cada vez era maior o número de curiosos. Por volta das 17 horas, a balbúrdia era enorme. Aí, a direção do hotel resolveu fazer mais uma besteira e arquitetou um plano para engabelar a "plateia". Levou o garçom de nome Xavier para o segundo andar do hotel e envolveu-o num lençol, tentando fazer crer que se tratava da mulher envolvida no caso. Vestido dessa maneira foi carregado por policiais e funcionários da casa na tentativa de colocá-lo dentro de um veículo. Com isso eles pensavam em ludibriar o público. Porém o pior aconteceu: enrolaram mal o Xavier, e os sapatos dele ficaram descobertos e os curiosos notaram a falha e começaram a gritar que não era a mulher e sim um homem "embrulhado no lençol". A situação ficou pior, pois as vaias e gozações aumentavam. Alguém então deu a ideia de dispersar a multidão com a utilização de jatos d'água. Para isso chamaram o Corpo de Bombeiros, que começou a jogar água nos presentes, sem, todavia obter resultados. O bar cerrou as portas e no hotel só adentravam os hóspedes. A noite foi caindo e a multidão foi dispersando e o homem saiu no meio do tumulto sem que ninguém o notasse. A mulher saiu durante a madrugada. Deixo de citar os nomes das "vítimas do amor" em respeito aos seus familiares. Mas muita gente da década de 50 soube quem eram os parceiros. Outros fatos ali se sucederam, sendo que os dois acima narrados foram os de maior repercussão. Ia esquecendo-me de dois hóspedes, ou melhor, moradores que hoje são destaques nacional e internacional. Um deles, o ex-ministro Eliezer Baptista, que também foi presidente do Cia Vale do Rio Doce, havia retornado dos Estados Unidos, recém-formado em engenharia e iria assumir um cargo na Cia. Trouxe com ele uma barata mercury conversível mas com uma cor vermelha berrante e usava camisas do tipo das usadas no Caribe, que chamavam a atenção. Seu amigo inseparável era Luiz Beleza, o Lulu. Também o Antônio Carlos Pretti, o nosso Gato, já falecido, costumava integrar a "comitiva". Conheci-o quando ainda era ministro (além de conhecê-lo de vista do Sagres), durante uma Feira da Providência, onde ele e sua esposa juntamente com Marcos Viana e Dayse Aquino eram os cicerones da barraca do Espírito Santo. Gente boa. Outro que hoje está em evidência no cenário federal, onde ocupa o cargo de deputado federal, substituindo o saudoso Luís Henrique Magalhães. O Jayme "Baiano", como era conhecido entre nós, era dono de uma empreiteira, que trabalhou na abertura da BR 262. Morou aqui uns quatro anos e acabou casando com a lindíssima ex-miss Espírito Santo. Márcia Vervloet, com quem vive até hoje em Salvador. Isso ocorreu por volta da década de 50. O Jayme era um habitué dos almoços de sábado lá em casa na Henrique Novais, juntamente com Haroldo Brasil, Codé e Zé Lacourt. Geralmente rolava um cozido, um peixe salpreso com banana-da-terra ou feijoada e depois uma mesa de pôquer. Tempo bom. Arivaldo, um parente dele, que cursava na Ufes, no curso de Engenharia, morava também no Sagres, juntamente com Petrônio, que trabalhava com Jayme. O Arivaldo casou-se com Mara Queiroz do Vale e moram em Salvador. Não podia deixar de mencionar o corpo de funcionários do Bar Sagres, que assim eram tratados: Serrano, que atendia sempre com cara amarrada, mas era gente boa. Xavier era mais calmo. Já Milton Mar e Terra e Zé Cariacica tinham mais jogo de cintura com a freguesia e por isso os locais de atendimento deles eram mais concorridos. Na copa e no caixa, Pedrinho, que era uma espécie de gerente, sendo o braço forte do Sr. Francisco, e o Oswaldo, que despachava na copa. De outros fatos interessantes o Sagres foi palco. O carnaval apaixonante fez com que o nosso conterrâneo craque do futebol de maior expressão da época, o nosso saudoso Zezinho, que se achava concentrado para disputar o Campeonato Sul Americano de Futebol no Chile em 1957, fugisse da concentração do Hotel das Paineiras no Rio de Janeiro. embarcando no primeiro avião para Vitória, por volta das oito horas da manhã. O Zezinho, que não perdia um carnaval no Sagres, já estava cedo no Bar Santos, que ficava colado a sua casa. Às dez horas da manhã, ele "invadia" a agência do Banco Mineiro de Produção, onde eu trabalhava e combinávamos um encontro no Sagres. Nessa altura ele já portava uma fita com uma pena na cabeça, que era sua fantasia para os três dias de folia. Por volta de meio-dia apareci no bar, encontrando-me com ele. Mais tarde chegavam o mano Zé Cláudio, Serginho Sarkis, Adir Bachour, Marcelo Monjardim Cavalcante e Regis Bonino. Dali rumamos para a residência do Serginho Sarkis, onde faríamos um aperitivo com uns tira-gostos. Naquela época o informativo de maior confiabilidade era o "Repórter Esso", na voz de Heron Dominguez. Uma hora da tarde e entra o noticiário, paramos para ouvir as notícias. No meio do noticiário o Heron fazia uma pausa e dizia: "Agora uma esportiva. O centroavante Zezinho, da Seleção Brasileira de Futebol, acaba de ser cortado da delegação por ter desaparecido das Paineiras." Nessa hora o meu grande amigo Zezinho dava o maior chute na sorte, pois era titular absoluto. O Brasil sagrou-se campeão do Pan-Americano e no ano seguinte sagrou-se Campeão do Mundo. Por certo Zezinho estaria disputando com Vavá a posição que acabou sendo reservada a este, pois o futebol de Mazzola jamais igualou-se ao de Zezinho. Coisas que aconteceram no Sagres. Mesmo cortado da Seleção. Zezinho ainda integrou grandes times, como o Botafogo. Santos e, ao lado de Pelé e Coutinho, o Penharol do Uruguai, até abandonar o futebol. Foi sem dúvida, juntamente com Baltazar do Corinthians, "o Cabecinha de Ouro", um dos maiores cabeceadores do futebol brasileiro de todos os tempos. Dinheiro, para ele, era mesmo que guardanapo de papel. O que ele queria era liberdade. Casado com dona Iolanda, era pai do radialista e apresentador de televisão Ferreira Neto e do professor de Educação Física Índio, que é técnico de futebol de areia, com grande competência, tendo-se já sagrado por duas vezes vice-campeão brasileiro e terceiro lugar na Arábia Saudita. Eis alguns dos que frequentavam o Sagre: Hélio Oliveira Santos e seus irmãos Jorge e Alberto, o Betinho, Dr. Beleza, Professor Mário Tavares, João Miranda, Pedrinho Lima do Rosário, Dr. Paulo de Tharso Velloso, Armando Ayres, Mário Pretti e seu irmão Primo, Viriato de Carvalho, o meu saudoso tio Odilon Grijó, o Neném, cujo gênio irrequieto fazia com que pouco parasse em uma mesa e andava pelo bar todo e adentrava até a cozinha, Adamastor Bonfim e seu Guilherme Pretti. Esses faziam parte da turma da velha guarda e ficavam num lugar chamado reservado, que era dividido com um biombo de madeira e ali, quando não estavam no Bar Glória, realizavam seus jogos de buraco e canastra. Geralmente estas partidas não passavam das 20 horas. Outra turma: Carlos José Bonfimm, o Codé, José Lacourt, Fernando, meu irmão, Reginaldo, o Indó, já falecido. Haroldo Brasil, Mário César Fundão, José Gonçalves, o nosso saudoso "Zé Cabeção", Alberto Barros, José Amigo, Professor Arildo Lima, Lauro e Suly Ribeiro de Souza, Elvido Ferrari, o nosso Ferrarão, Newton Pandolplho Barbosa, Antônio Buaiz, o popular Antônio Gengibre. Uma coisa interessante acontecia antigamente. A diferença de idade era motivo de discriminação. O rapaz que tivesse 20 anos dificilmente acompanhava em uma farra uma turma cujos integrantes tivessem mais de 25 anos. Ele era barrado, assim é que minha turma e outros que frequentavam o bar era composta de rapazes com a mesma idade: por exemplo, Gato Pretti, César Mendonça, Graciano Espíndula, Maurício Tristão, o nosso Bombom, Heraldo Brasil, José Cláudio, meu irmão, Aldezir e Adir Bachour, Sérgio Sarkis, Marcelo Monjardim Cavalcante e seu irmão, Paulinho, Luiz, o Lulu, e zezé Beleza. Entre essa turma não havia discriminação. Já existia um grupo que praticamente vivia junto e que era formado por Rubem Rabelo, Hélio Sarlo, Fenelon da Silva Santos e Bráulio Macedo, o Candonga. Depois de 22 horas, quem era solteiro partia para a zona boêmia da Volta de Caratoíra, até tantas da madrugada, principalmente às sextas-feiras, que eram apelidadas de "noites de capetas". Com relação à integração de turma, duas pessoas não faziam questão de idades. Eram coincidentemente dois Hélios: o Oliveira Santos e o Fontes. Ambos, fazendeiros cacauicultores e pecuaristas. O Hélio Fontes não sabia dirigir e sempre apanhava um da turma que dirigisse bem, e dentre estes estavam o Codé, Nilson Jaú e Clareal. Por ser ele milionário e a turma dura e ele não gostar de ser apontado como "Coronel" e nem também inibir quem estava com ele, antes da turma sair para as casas de mulheres ele dava a cada um que estava com ele CR$ 10.00 e dessa forma, quando chegava-se na casa, pediam-se as cervejas e o primeiro pagava, ao sair para outra casa o procedimento era o mesmo, dessa forma ele evitava constranger-se e constranger seus colegas de farra. Já, o Hélio Oliveira Santos, escolhia sempre rapazes mais fortes para protegê-lo, pois era chegado a uma briga. Mas adorava uma seresta, e o fim-de-festa era sempre prorrogado às suas custas. Era um boa praça. Ia me esquecendo do Olímpio Brasiliense, arquiteto da Prefeitura Municipal de Vitória, notívago inveterado e de uma intelectualidade fora de série. Victor Finamore, uma das pessoas mais alegres que conheci. Grande frequentador de clubes, boates e figuras de proa num carnaval. Os irmãos Hélio e Mauro Cerqueira Quintaes, gente de primeira fila na sociedade. Antônio Gil Veloso, Calazanas, Plínio Bruzzi e os "importados" do Rio de Janeiro para o carnaval, através do Dr. Lucilo e Arildo Lima, que eram o professor Silveira Rosa e José Miranda.

No lado oposto era o ponto de embarque da Viação Itapemirim e sua loja de vendas de passagem. Próximo à portaria do hotel saíam ônibus para Cachoeiro, Campos e Rio de Janeiro, assim como chegavam os procedentes desses locais. As demais passagens eram vendidas a bordo. Eram três horários, mas não diariamente. Os horários preferidos eram os noturnos, quando havia menor trânsito nas estradas e, por conseguinte, menos poeira nas estradas. Era gozado o sujeito ver o embarque dos monoblocos azuis com aquele cachorrinho pintado de branco nas cores azuis dos ônibus que foi a cor primitiva da empresa. Os homens de paletó e gravata e o famoso guarda-pó e as mulheres também usavam. Mas o mais chato e irritante eram as pessoas que sabiam que fulano ia para o Rio de Janeiro, ficavam à espera que a pessoa chegasse e, com a maior cara-de-pau. pediam-lhe se podia levar uma encomenda para entregar a uma filha ou filho, irmão ou outro parente, residente por lá, ou uma carta. Às vezes o destinatário da encomenda nem morava no bairro onde o passageiro ia se hospedar. Muitas vezes num subúrbio. Quanto às cartas, o cara-de-pau estava ao lado dos correios. Eram 12 a 16 horas de viagem. Asfalto, nada, muitas vezes como o trecho de Safra, que levou mais de 15 anos para ser asfaltado, devido a uma briga de concessão de linha, que era pretendida pela Pássaro Marrom, que só podia trafegar em linha totalmente asfaltada. O caso foi solucionado por Dr. Jones dos Santos Neves, quando era governador.

 

Fonte: A Ilha de Vitória que Conheci e com que Convivi, vol. 6 – Coleção José Costa PMV, 2001
Autor: Délio Grijó de Azevedo
Compilação: Walter de Aguiar Filho, agosto/2019

A Ilha de Vitória que Conheci e com que Convivi - Por Délio Grijó

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