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De Vitória a Santa Cruz - Por Auguste François Biard (Parte II)

Igreja de Santa Cruz - Retratada por Auguste François de Biard, quando da sua viagem ao ES

A região que de início percorremos não tinha nada daquela com que eu sonhara. Nada de virgem tinha a natureza; ao contrário, já sofrera muitas modificações. Atravessamos campos outrora cultivados e agora em abandono. De quando em quando era necessário aos animais meterem-se na água dos rios; por mais precauções que tomássemos, ficávamos molhados e, de outras vezes, tínhamos de nos ajoelhar em cima das selas. De certa feita, o meu cavalo viu-se na contingência de nadar um bocado, pois eu errara o ponto mais conveniente para a travessia do curso d’água. O banho foi completo e, se a água não fosse salgada, teria gostado da oportunidade, pois fazia muito calor. Doíam-me bastante os pés por que os estribos, segundo o costume da terra, são muito apertados e mal cabem neles os bicos das botinas. Por mais de uma vez o cavalo do meu companheiro tropeçara e estivera a ponto de se atolar quando atravessavas-mos os charcos tão freqüentes nesta região; isto deu margem a que, após havermos descansado um pouco numa barraca, o italiano, no intuito de me ser agradável, trocasse o seu cavalo comigo, estando, como me declarou, mais acostuma do com esses estribos.

Convém notar que meu animal tinha as pernas mais sólidas; contudo mostrei-me grato a esse gesto obsequio só que me dera uma ruim montaria em troca de uma boa.

Haviam nos dado para comer, no caminho, um pão com fatias de salame. Depois de ingeri-los, daria tudo por um copo d’água; não dessa água que os bois e cavalos também bebiam, mas água pura e fresca. Deixei que meu amigo se distanciasse de mim e manifestei em mau português ao negro que me acompanhava o desejo de beber água; compreendeu-me e pouco tempo depois me mostrou qualquer coisa a brilhar entre os matos que nos cercavam. Água! Água! E não pude deixar de galopar em direção dela. Lembrei-me, porém, da pequena ave que fugira da gaiola, a bordo do Tyne, porque pobre de mim! Porque estava diante de um braço de mar cuja água salgada não me agradava. Não somente da ave me recordara nesse momento; evoquei também minha primeira travessia por um deserto, na companhia de um inglês. No almoço comêramos camarões e bebêramos champanha. Ao meio-dia tínhamos sede louca; dávamos subido valor a um copo d’água e nos dirigimos para um belo lago que refletia nitidamente algumas palmeiras. Enorme o nosso desapontamento: uma miragem. Todavia, esperançamo-nos: avistamos adiante de novo água. Desta vez não havia dúvida. Um bando de camelos passava perto do lago e dobravam as longas pernas para se dessedentarem nessa água transparente como um espelho.

Ai de nós! Era ainda uma miragem. Outras nos surgiram aos olhos nessa caminhada pela areia ardente. Sempre lagos convidativos, mas ilusórios. O sol esmorecia-nos o ânimo e a cada vez, embora já enganados, nós nos enganávamos novamente. Agora é água mesmo! E assim decorreu esse nosso primeiro dia de viagem começado por camarões e champanha.

O pão com salame fazia-me o mesmo efeito, e não achava jeito de satisfazer a sede. Alguns índios nos esperavam com as canoas, único transporte entre Santa Cruz e Vitória. Passamo-nos com os cavalos para as embarcações e a travessia se realizou sem incidentes. Como nos achássemos molhados, qualquer banho forçado teria sido acidente de pequena importância.

Notara já lindos insetos, ora voando em torno de nós, ora pousados nas folhas. Entretive-me, então, a caçá-los, aliás frutuosamente, valendo-me do auxílio do negro. Íamos pegando não somente os que eu encontrava como os que o negro, com seu instinto de gente de cor, descobria entre os matos. A caminhada foi-se tornando mais distraída com o aumento da minha coleção. De quando em quando penetrávamos por veredas muito sombreadas e delas saíamos a percorrer trechos de praia. Íamos agarrando mais insetos. E não somente insetos, porém, mariscos. Até da sede me esquecera um bocado.

Até que avistamos uma fumaça entre as árvores. Já era tempo de chegar. A custo pude descer do cavalo. O animal, tão gentilmente cedido por meu companheiro, tinha vários defeitos, provavelmente não percebidos por ele, o que me obrigara a manter bem seguras as rédeas durante a viagem. Tudo isso, e mais o sol, me deixara num estado tal de fadiga e entorpecimento que mal conseguia me agüentar em pé. Tive acanhamento de pedir uma ajuda para me apear e fi-lo sabe Deus como, aproveitando-me do escuro para esconder minhas caretas de dor. Mas, afinal, ao cabo de alguns minutos caí redondamente no chão, sem me agüentar mais nas pernas. Achávamo-nos na aldeia indígena de Nova Almeida, outrora habitada por jesuítas. No centro da praça há ainda grande pedra na qual eles prendiam os índios acusados de algum delito. A influência dos jesuítas sobre essas almas que deles beberam as primeiras noções do cristianismo se foi transmitindo de geração em geração e ainda hoje eles respeitam rigorosamente os padres.

Logo que me pude reerguer, o que fiz logo, como era natural, foi ir a uma fonte beber água e também me banhar, satisfazendo, portanto, grande desejo de me refrescar. Após o banho, pois fora um verdadeiro banho as repetidas imersões que fiz naquela fonte, pensei em jantar. A hora própria já passara há muito, mas o apetite me voltara com a viagem. O resto do meu pão com salame eu o atirara a dois cachorros que encontrara. Meu companheiro, que tinha amizades no lugar, me dissera haver conseguido camas para dormirmos, porém quanto à comida nada pedira, por acanhamento, a quem nos ia agasalhar, por notar que se tratava de gente pobre. Ele falava nesse provável jejum com indiferença porque comera toda sua ração de viagem e mesmo surpreendi-lhe um gesto de quem estivera a mastigar qualquer coisa. Dispus-me a dar uma volta pela povoação no intuito de pedir a esmola de um pedaço de pão; meu hóspede, entretanto, achou que eu faria mal, pois melindraria a pessoa que nos oferecera dormida, a qual era seu compatriota. – “Não se importe com isso,” disse-me, “ao amanhecer e antes de partir, nós arranjaremos o que comer.” Pareceu-me duro ir dormir assim com a barriga vazia. E já tinha motivos para supor que o homem, a cujas mãos me confiara para essa jornada pelo interior, não manifestava a meu respeito as atenções que em caso semelhante eu teria tido para com ele. Mas eu havia me comprometido e devia ir até o fim.

No dia seguinte, fiel a sua promessa, veio bater à minha porta às 3 da madrugada, e como não quisesse fazê-lo esperar pulei logo da cama; fui selar meu cavalo e quando voltei a casa não vi mais o Sr.X. Procurei-o debalde. Por felicidade aprendera esta frase de uso na terra: “Tenha paciência.” Esperei-o até 7 horas, e como não o visse chegar fui dar um giro pela povoação, onde, sem dúvida, encontraria quem dele me desse notícias, se é que não o encontrasse, distraído, às voltas com algum velho amigo. Nascia-me no cérebro uma suspeita qualquer quando o foram descobrir na sua própria cama, pregado num profundo sono. É óbvio afirmar que cada vez lhe ia ficando mais reconhecido.

Como na véspera, a estrada a percorrermos desenrolava-se ora à beira-mar, ora por veredas entre árvores, mas à medida que avançávamos tornava-se de maior pitoresco o trajeto. Vi, nesse dia, pela primeira vez, orquídeas trepando pelos troncos. Passamos por uma espécie de alamedas debruadas de cactos gigantescos cujos caules têm 30 a 40 pés de altura; substituem aqui a cortiça; nos mercados do Rio vendem essas plantas aos pedaços. Como ninguém me dissera isso, ainda, levei comigo uma provisão desses cactos que, se eram leves, tomavam, entretanto, muito espaço. Meu companheiro ia, como no dia anterior, mais à frente e eu não fazia questão desse avanço, preferindo manter-me mais atrás com o meu negro que virara, apaixonadamente, entomologista e conchiologista, consentindo-me aumentar minhas coleções sem descer do cavalo. Almoçamos com satisfação carne-seca e feijão e, por precaução, conduzíamos não somente uma garrafa de vinho, como também uma vasilha cheia d’água, muito a propósito dessa vez porquanto encontramos várias nascentes de um líquido puro e bem frio. Por volta de meio-dia ninguém agüentava o calor, e com muita pena saía da sombra das árvores para percorrer um trecho na praia. Eu não me achava de todo curado dos males que me haviam torturado no Rio, sintomas do início de uma doença que nas regiões quentes se torna quase sempre mortal. Ansiava pelo fim da jornada. O resto da viagem devia ser feito em canoa e me senti alegre ao avistar, do ponto em que nos achávamos, embora ainda distante, a torre de uma igreja desenhada no céu: só podia ser Santa Cruz. Ia descansar durante alguns dias; teríamos de aguardar a chegada das embarcações condutoras de nossas bagagens. Não fora prevenido de ir conhecer uma vila de certa importância; imaginara Santa Cruz como uma outra aldeia de índios. Causou-me assim espanto deparar-me com uma igreja aparentemente vistosa. O derradeiro trecho do caminho foi vencido por entre grandes árvores, e ao desembocarmos na planície avistei logo palhoças cobertas de palhas de coqueiros seguidas por algumas casinhas alegremente caiadas. Moviam-se pela povoação pescadores, mulheres queimadas de sol, com vestidos de cores berrantes e descalças. Raros senhores de roupas pretas, gravatas brancas e mãos sujas.

Não vi mais a torre. Desaparecera. Tinha certeza de tê-la visto. Era do tipo comum dos campanários espanhóis, portugueses e brasileiros. Percebera bem de longe, com o auxílio dessa luz solar intensa que nos faz distinguir uma mosca a cem passos de distância, aquela torre branca, com ornatos, vasos esculpidos e sinos. E tanto mais certeza tinha dos sinos que não somente os avistara como os ouvira. Que sonho esquisito fora esse então que tivera!... Intrigado com o desaparecimento da torre e ansioso de desvendar-lhe o mistério, perguntei a meu companheiro onde ficava a igreja da terra. Ele me mostrou uma parede com três pés de grossura que eu já notara pela sua altura, mas de que não falara ainda por ignorar o seu significado ou préstimo. Duvidei da resposta e ia emitir umas ponderações quando, ao nos aproximarmos mais da tal parede, todo um poema se desenrolou a nossos olhos e contemplei a obra-prima mais completa no seu orgulhoso aspecto e na sua mais ingênua expressão. Essa parede era, de fato, a igreja, mas apenas a fachada; se de perfil não passava de um alto muro de 3 pés de espessura, de frente era mesmo uma fachada. Através das janelas superiores viam-se dois sinos. Grandes vasos e uma cruz ornavam, no alto, essa fachada grandiosa, prefácio das riquezas de arte que deveriam existir no seu interior. Supor-se-ia assim, vendo-a de frente; mas, a coisa seria bem outra. Esse muro tão enfeitado não passava de simples muro: andaimes, pela parte de detrás, protegiam-no das ventanias. Os que subiam os degraus exteriores para entrar na igreja tinham, do lado oposto, de descer outra escadaria, para entrar então no verdadeiro templo, uma pobre palhoça que só se distinguia das demais, na povoação, por ser um tanto maior. Quem tivesse divisado, pela frente, os sinos a aparecer nos seus nichos, vê-los-ia agora, por trás do muro, tangidos pelo sineiro trepado numa escada de madeira. Tudo havia sido construído de tal maneira, para o êxito das aparências, que a própria parede monumental só recebera reboco e pintura na parte externa; na outra ainda estava nua. O orgulho dos habitantes, contudo, fora satisfeito.

Meu companheiro possuía uma pequena habitação na localidade, mas tão atulhada de caixas, pacotes que não lhe era fácil arrumá-los de forma a me permitir ali uma hospedagem. Pediu a um vizinho que me cedesse um cantinho, e este me foi reservado numa grande sala, muito úmida, servindo de armazém de cal. Varreram o chão onde estenderam meu colchão e me deram como lavatório um barril de bacalhau. E enquanto faziam esses preparativos, tratei de me pôr à vontade, mau grado a suntuosidade da igreja e as roupas pretas usadas por alguns indivíduos que são de importância na terra, porquanto nas suas lojas se encontram sempre vasos de beiços quebrados, pólvora avariada e fósforos infalivelmente úmidos. Embora fosse aristocrática a aparência dos habitantes de Santa Cruz, eu me pus a passear de pés descalços pela grama que crescia à vontade nas ruas e dali fui até a beira-mar, onde me deitei na areia, debaixo das mangueiras de longe avistadas. Eu fora fácil ao crer que no Brasil se poderia dormir ao ar livre; bem depressa mudei de idéia, pois me assaltaram vagas de insetos de todas as espécies e não houve jeito de fechar os olhos num sono agradável de que tanta necessidade sentia. À força abandonei o local de repouso e vim me valer do colchão que me haviam preparado, e como tinham varrido o aposento suportei uma nuvem de poeira. Meu companheiro, cuja extrema delicadeza não se desmentia, veio avisar-me, com solicitude, terem os comerciantes adivinhado ser eu um colono ou um novo criado que viria substituir a cozinheira com quem não estavam satisfeitos. É de se avaliar quanto me foi agradável saber qual o conceito que eu ocupava na opinião pública.

No dia seguinte, mandaram índios buscar nossas bagagens em Vitória. O tempo, infelizmente, andava hostil e as canoas não puderam lutar com a ventania, pelo que tivemos de esperar. Travei relações com o padre, um homem ainda moço e sem preconceitos, não recusando mesmo participar de algumas garrafas de vinho do Porto ou de aguardente. Mas, como ele, após alguns dias de nossa convivência, houvesse declarado aos que não me tinham conhecido bem, que eu, embora fosse francês, parecia possuir algum preparo intelectual, prefiro limitar minhas observações a seu respeito. Esse sacerdote emprestou-me uma espingarda e, providos de pólvora e de chumbo, partimos, certa madrugada, para uma caçada na qual fomos ambos desastrados. Se depois vim a ser hábil caçador, a ponto de andar sempre com minha espingarda, a princípio por gosto e posteriormente por necessidade, tal não acontecia naquela época, por isso que abandonara os exercícios venatórios em seguida a um acidente no qual quase matara um companheiro. Com um pressentimento, porém, de que um dia poderia precisar ter boa pontaria, todas as manhãs me exercitava no tiro; ao deixar Santa Cruz já seria capaz de fazer brilhaturas com a minha arma.

Os índios, devido ao mau tempo, voltaram do caminho e foram obrigados a esperar uma bonança. Durante essa demora eu ia de cabana em cabana, examinando tudo, pedindo explicações sobre o uso de cada objeto, passeando pela praia a apanhar mariscos, habitualmente seguido por um bando de crianças que me ajudavam nessa apanha de conchas. Mercê dos olhos infantis, mais penetrantes que os meus, pude colecionar uma porção de mariscos pequeninos num estado de perfeita conservação. Também graças aos meus auxiliares em história natural consegui um grande aumento da minha coleção de insetos. Vinham oferecer-me pássaros pegados em alçapões. Eu já não era um estranho para essa gente. Mas, se por um lado me prestigiava entre os índios, grandes ou pequenos, não obtinha melhora de situação entre os brancos que me olhavam com persistente desconfiança.

Tive ocasião de assinalar que a igreja de Santa Cruz possuía de notável apenas a fachada. Ali só vi, depois, que merecesse uma referência especial, um chafariz há pouco construído. O resto quase nada valia: casinholas sem simetria, capim por toda parte, um portozinho protegido por alguns recifes. Durante minha permanência forçada nessa localidade, ouvia os tripulantes de três embarcações que se achavam carregando madeira cantar árias monótonas enquanto davam voltas aos cabrestantes ou içavam os toros para bordo. Ao passar pelas vizinhanças, tapava os ouvidos a fim de não gravar na memória essas notas, o que fiz em vão, pois hoje, ao escrever estas impressões, as cantigas dos embarcadiços me servem de inspiração. Em regra a madeira que ali carregam os navios compõem-se de uma espécie de jacarandá que se exporta para o Rio e de lá para a Europa. Os donos de terras onde existem essas árvores fazem dela único meio de comércio. Trazem do interior os troncos cortados à altura dos primeiros galhos e em Santa Cruz os serram em duas metades antes do embarque.

Voltando a ser favorável o tempo, reuniram novamente os índios, mas foi preciso procurá-los por toda parte, tangendo-os para o trabalho. Notava-se bem que eles vinham constrangidos, não lhes sendo agradável a viagem a realizar. O italiano não desfrutava entre os índios de muita consideração. Mas, as canoas partiram afinal, e o vento ajudou-as na ida, o que não lhes aconteceu no regresso, pois não se dera nenhuma mudança. Passaram-se três semanas. Dia a dia eu observava o rumo do vento. Sempre o mesmo. As embarcações voltaram, porém, em que condições! Tudo o que nos pertencia, estragado, nossas malas, encharcadas; nem tempo houve para uma tentativa de reparo, porque nesse mesmo dia partimos e, dessa vez, tínhamos muito que caminhar. Carregaram-se três canoas com a nossa bagagem. Eu tinha trazido muita coisa de Vitória e me vi obrigado a me instalar por cima de malas e fardos. Meu amável companheiro de viagem, vendo-me assim, e para melhor me ser útil, foi se arranjar sozinho numa outra canoa em que viajou à vontade, enquanto eu ficara na minha por demais sobrecarregada.

 

Fonte: Dois anos no Brasil, Auguste François Biard, 1862
Compilação: Walter de Aguiar Filho, outubro/2016

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