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Entrevista com Rubem Braga

Rubem Braga - correspondente de guerra

Entrei numa cobertura de Ipanema e Rubem me levou imediatamente para ver a horta, onde ele planta de tudo e cuida sozinho dos tomates, do café ou da pimenta. O jardineiro vai de vez em quando para arrancar mato ou remover a terra.

Rubem Braga, 57 anos, bigode cortado, grisalho, olhos vivos e extremamente observadores, cara séria e desconfiada, não gosta muito de falar.

Rubem tem horror de fanatismo, medo da humilhação, doença e câncer. É Flamengo, mas tem preguiça de ir ao Maracanã. “Sou preguiçoso e comodista”. “Sou fanático por mulher. Fui felicíssimo, infelicíssimo. Casei uma vez só, tenho um filho e dificilmente me casaria de novo”.

Em pintura, além de conaisseur é Marchand. Quando vai a Londres, não vai a teatro, só a Museu...

“Não sou ambicioso e não tenho vocação de homem de letras. Com os amigos, converso de tudo, menos de literatura”.

“Converso da vida, única coisa que me interessa. Nunca fiz esforço extraordinário para o que tenho hoje. Hoje, tenho 30 anos de jornalismo e foi a maneira mais fácil de viver”.

Continua a escrever profissionalmente. Quando não lhe pagam, não escreve direito. Nunca teve necessidade de escrever. “Nem todo dia se está alegre ou triste, às vezes calha e a gente tem alguma coisa para dizer”.

Escreveu contra o golpe de 64 e a política externa de Castelo Branco, “quando o Brasil era capanga dos Estados Unidos”. Defendeu amigos seus, políticos exilados.

Não assina manifesto, tem um sentimento individualista muito forte. “Não vou assinar uma coisa que outros escreveram, quando posso dizer as mesmas coisas em minhas crônicas”.

“Atualmente escrevo no Diário de Notícias, Manchete e uma coluna de artes plásticas na Visão. Sou um homem de esquerda, um pouco depreciativo, tenho o maior desprezo pelos comunistas e direitistas. Pertenço à pequena burguesia, não quero ser operário, nem rico”.

“Não pretendo entrar para a história literária. Se puder, paro de escrever. Sempre tive preguiça, porque sempre foi obrigação, sempre foi trabalho”.

No fim da frase, a vontade de parar de falar. Achava que estava falando demais.

“Depois quero ver tudo que você escreve aí”.

Tentei perguntar, então, sobre a crônica como gênero, da qual ele foi um dos iniciadores.

“Cronista é um gênero brasileiro. Não existe na Argentina, Chile, França ou Estados Unidos, apenas em artigos de revista. Por que? Realmente não sei. Mas no Brasil é uma verdadeira instituição. Ser cronista dá uma valorização artificial muito invejada. É muito importante ser cronista, só que sobre a vida brasileira não há nada”.

Rubem começou a lembrar fatos da revolução de 32, algumas histórias referentes a mortos, uma média de quatro por dia, ou a defuntos jogados dentro do rio; e outros, gaiatos. Como a história contada por um soldado de que a fuzilaria inimiga durante um ataque foi tão feia que uns urubus que vinham voando, voltaram de marcha-a-ré; a extrema diversidade de armas, especialmente metralhadoras, usadas pelas forças legalistas; os batalhões improvisados no norte de Minas com gente fugida da seca do Nordeste e seus homens tão despreparados que ele mesmo ensinou alguns a manejar o fuzil; um prisioneiro que vinha para a retaguarda e que foi ameaçado de morte e ele ajudou a salvar; um oficial que o convidou a dormir no seu alojamento, dizendo que tinha cobertores ótimos, convite que ele não aceitou porque o homem era pederasta; a vingança dele, mandando dar sumiço em seu cobertor; uma viagem de madrugada, sobre caixotes de munição, em um caminhão; o soldado que lhe pediu para redigir um telegrama para ele com o máximo de economia de palavras, mas vetou a palavra mamãe no lugar de minha mãe porque achava que homem grande não chamava a mãe de mamãe. Etc, etc...

Evidentemente, queria saber o que era o etc... Insisti tanto que acabei ganhando uma crônica, espécie de trechos de memórias que não foram ou não serão publicadas, 12; sobre a revolução que agora completa 35 anos.

“Quando veio a revolução de 1932, fui como repórter dos Associados para a fronteira paulista. Foi uma experiência boa para um rapaz de 19 anos. Fiz um alonga viagem em trens atulhados de soldados até Passa Quatro. Lembro-me de ter passado um dia em Três Corações, onde tomei banho no rio Verde.

“Em Manacá, uma estaçãozinha da Rede Mineira de Viação, era o acantonamento dos mineiros. Os paulistas, que tinham avançado por território mineiro e recuado, ocupavam o túnel, na fronteira, e algumas elevações próximas. As tropas fiéis à Ditadura, naquele setor, eram comandadas pelo então coronel Cristóvão Barcelos, cujo QG ficava em Passa Quatro, e constavam de uma parte do 10º RI, que ocupava posições fronteiras ao túnel, e vários batalhões de infantaria da Força Pública Mineira, que se colocavam em leque diante do túnel. A única artilharia era um canhão Schneider 75: havia também o 12 Esquadrão de Cavalaria da Força Mineira, mas pela natureza montanhosa do terreno, seus homens combatiam a pé.

“Comecei a escrever regularmente em um jornal de minha família – o Correio do Sul, de Cachoeiro de Itapemirim, que ainda existe com outros donos. A certa altura esse jornal saía três vezes por semana, Por volta dos 16, 17 anos, eu assinava artiguetes sobre todos os assuntos, inclusive sobre política. Era contra a Aliança Liberal; quando a Revolução de 30 venceu e Cachoeiro foi ocupada por uma tropa que veio de Minas, houve quem fosse à redação do jornalzinho especialmente para me dar uma surra ou me prender, não sei; mas eu estava no Rio, doente, e só voltei a Cachoeiro em dezembro para o enterro do meu pai. Ninguém me incomodou então; apenas um conhecido, um rapaz cearense, me disse que se não fosse aquele morto, eu iria ver. Mandei-o às favas, acho que sem violência, pois nem sequer rompemos relações.

“Quando o Correio do Sul voltou a sair, voltei a escrever. No verão mandava crônicas ligeiras sobre a vida praieira de Marataíses e durante o resto do ano escrevia do Rio. Em 1931 mudei-me para Minas, porque para lá tinha ido meu irmão Newton, que estava “fraco do peito”, como se dizia então. Newton já tinha feito muitos amigos em Belo Horizonte – na Faculdade de Direito (era da turma de Guilhermino César, Tancredo Neves e Cyro dos Anjos), nos meios esportivos (foi beque do segundo time do América) e na imprensa, pois trabalhava nos Associados. Quando Newton se formou e voltou para Cachoeiro, ocupei seu lugar de redator do Diário da Tarde e pouco depois já fazia lá, na coluna social, uma crônica diária; como era composta em grifo corpo 7,dei-lhe esse título Grifo 7.

Depois foi para o Diário de São Paulo, mas briga com Chateaubriand e funda a Folha do Povo, defendendo a Aliança Nacional Libertadora. Quando veio o levante de 1935, dirigiu A Manhã, que foi fechada.

Durante o Estado Novo, Rubem teve uma vida bastante atribulada, de prisões e esconderijos.

‘Fiz muito jornalismo político, usando minhas crônicas contra o fascismo. A política sempre me interessou, mas não para fazê-la na prática. 12; um processo muito cansativo, que tira a liberdade individual. Sou muito comodista e não tenho presença de espírito para discutir”.

Foi preso no tempo de Getúlio e escondeu-se num sítio de Carlos Lacerda, no Estado do Rio. Ouviu no rádio que Ademar de Barros fora feito interventor em São Paulo e como era amigo dele, seguiu para lá, e lá estava quando do golpe de 1937.

A censura do Estado Novo obrigou-o a largar a imprensa, por mais de um ano e passou a viver, como representante de um amigo mineiro, vendendo pedras semipreciosas...

“Certo dia fui preso e colocado em um navio. Deixei mulher e filho em Porto Alegre e como sabia que ia ser preso em Santos, saltei em Paranaguá. Peguei um outro navio e fiz um passeio pelo Norte. Na volta, fui preso no Rio, no dia em que o Brasil perdia para a Itália o campeonato mundial de futebol – cujo jogo ouvia na polícia, através de rádio escancarado, enquanto esperava o interrogatório”.

Falo do perigo da poesia política pela contingência dos fatos.

Sempre escreveu como profissional. “A profissão é a sobrevivência, coisa que permite continuar na vida. Acaba sendo parte vital, de uma vida frequentemente humana, às vezes gloriosa e sempre inconfessável”.

Lê de tudo, geologia, economia, plantas, passarinho e pesca. De literatura também, mas prefere um bom papo com os amigos, e as mulheres.

Esteve no Chile, como adido comercial, amigo de Neruda; em Paris, de onde enviava “qualquer coisa” aos sábados para O Globo, ou no Marrocos, onde viu a irmã do rei fazer campanha para acabar com o uso do véu e ser muito combatida.

Tem uma segurança que trouxe desde garoto de Cachoeiro de Itapemirim e levou para a Segunda Guerra Mundial, junto do Alto Comando Aliado da Itália; para a primeira eleição de Peron e para a segunda de Eisenhower.

Atrás da cadeira de espaldar alto, uma luneta fantástica, através da qual domina toda Ipanema, a praia e a praça.

Começou a falar.

“Depois de me informar sobre essas coisas resolvi percorrer toda a frente. Juntei-me a uma Companhia que devia ocupar certa posição no flanco esquerdo. Fomo a princípio em um caminhão, depois a pé. Em certo trecho a estrada ficava sob as vistas do inimigo. Tivemos ordem de avançar pela beira de um córrego, no mato, em fila indiana, cada homem guardando uma distância de dez metros do outro., Ainda assim o inimigo nos viu e deu várias rajadas de metralhadora. A certa altura um tenente me agarrou, tirou o meu capote e jogou-o dentro d’água. Ele atribuía a meu capote, que na verdade era bastante claro, o fogo do inimigo.

“Claro que não reclamei, pois não me agradava servir de alvo: mas o capote fez muita falta. Não me deram outro, e certa noite, que passei em uma trincheira no Pico do Cristal o frio chegou a 2 graus abaixo de zero; combati-o com a cachaça que encontrei no cantil de um sargento que dormia ao meu lado, e que eu peguei pensando que estava cheio d’água. Ao amanhecer tive dificuldade em andar, porque meus pés estavam entorpecidos pelo frio. Tomei mais cachaça e foi isso, certamente, o que me salvou da gangrena nos pés. De qualquer modo o álcool me deu uma certa euforia, e me arrisquei um pouco pela terra de ninguém, desejoso de ver mais de perto as posições paulistas. Foi uma imprudência sem consequências no momento; mas, não sei como, a notícia chegou exageradíssima ao conhecimento do redator-chefe do jornal, em Belo Horizonte: eu estava bebendo muito e fazendo loucuras na frente. Recebi um telegrama a respeito, dias depois, em que se dizia que era melhor eu regressar, mas não o fiz.

“De uma vez que fui à frente fiz parte da viagem a cavalo. Nunca tinha andado em um trote inglês, e o remédio foi aprender na hora. A certa altura progredíamos por uma picada aberta na mata pelo pessoal da Engenharia; de repente o homem que ia na minha frente deu um urro de dor e caiu do cavalo. Saltei para socorrê-lo, achando que tinha sido ferido por uma bala, embora não houvesse qualquer inimigo à vista. Um garrancho pendente de uma árvore, naquela espécie de túnel vegetal, havia arrancado seu olho direito, e o sangue corria daquele buraco. Ele foi levado para a retaguarda, e fiz o resto da viagem de cabeça bem baixa, até uma tal de fazenda S. Bento, onde deixamos os cavalos para seguir a pé até umas posições do flanco direito.

“Comecei a reparar que havia uma certa hostilidade entre o pessoal da Força Pública e o do Exército. Os homens do Exército eram acusados pelos mineiros de não se empenharem muito, porque do lado paulista também havia tropa federal – o 5º RI de Lorena, por exemplo. Na verdade, acostumado às trincheiras da Força Pública, muito rasas e próximas do inimigo, tive uma boa surpresa ao  visitar as do Exército, bem cavadas e tranquilas, a centenas de metros do paulista.

“Um dia fui a Passa Quatro fazer umas compras e tomar um banho de verdade: quando tomava na estação uma locomotiva escoteira que devia ir a Manacá, fui interpelado por um tenente do Exército, que pediu meus documentos. Mostrei-lhe a identidade e uma carta assinada pelo Secretário do Interior de Minas, Gustavo Capanema, dizendo que eu estava autorizado a visitar a zona de operações em território mineiro, a serviço do Estado de Minas. O tenente me fez saber que aquilo ali era a 4ª Região Militar, e não apenas Minas Gerais; que o jornal para o qual eu trabalhava era da cadeia dos Associados e estava a favor de São Paulo; e que eu estava preso como espião ou, pelo menos, suspeito. Um sargento e um praça foram incumbidos de me recolher à prisão.

“Quando atravessávamos uma rua de Passa Quatro apareceu um caminhão da Força Pública que ia para a frente cheio de homens e mantimentos. Na boleia, um tenente da Força Pública com quem eu fizera amizade. Ao me ver, ele parou o caminhão, e perguntou se eu queria uma carona para Manacá. Expliquei que eu estava preso, mas ele, depois de um momento de hesitação, disse: “sobe aí!” O sargento do Exército protestou, mas em vão.

“Na verdade minha situação não era muito fácil: eu trabalhava, na frente legalista, para um jornal que era favorável á revolução e estava sob rigorosa censura. Ao jornal não interessava publicar qualquer notícia favorável aos legalistas, e a censura não o deixava dar nenhuma notícia contrária. Tomei o partido, assim, de mandar apenas notícias mais ou menos neutras e, sobretudo, de escrever crônicas de impressões sobre a paisagem e a vida da região, conversas de soldados, etc.

“Meu censor era o chefe de polícia do teatro de operações, Benedicto Valladares, prefeito de Pará de Minas, com quem eu discutia pacientemente. Uma vez, ele quis cortar o trecho de uma Crônica-reportagem em que um soldado perguntava aos outros, que juntamente com ele se aqueciam junto a uma fogueira, de madrugada, aonde eles queriam estar àquela hora. Um queria estar em casa com a família, outro queria estar assistindo a uma boa fita com a namorada em um cinema de Bom Despacho, mas houve um que disse: rua Guaicurus número tal, com fulana e uma cervejinha Cascatinha. Era uma casa de mulheres.

“O censor riscou isso, dizendo que era “contra o moral da tropa”. Ponderei que “o moral” era uma coisa e “a moral” era outra... Também conheci ligeiramente nessa ocasião um jovem médico da Força pública Mineira cujo nome guardei porque era estranho: Juscelino Kubitscheck: e o comandante do batalhão de engenharia dos mineiros, Otacílio Negrão de Lima.

“Um dia eu estava junto a uma posição mineira observando a frente com um binóculo, quando um soldado me advertiu de que eu devia me abaixar, pois ali estava me arriscando a levar um tiro do paulista. Um sargento que estava perto disse: “Moço, você se arrisca mais ainda a levar um tiro pelas costas; tem muita gente aí dizendo que seu jornal está contra nós e que você é espião dos paulistas...” Logo outro disse que era isso mesmo; ainda não pegaram esse menino “porque ele é muito simpático”. Agradeci a referência a minha simpatia (qualidade, aliás, raramente reconhecida...), mas fiquei apreensivo.

“Soube, logo depois, que em escalão superior, na própria Força Pública, havia quem fosse partidário de me prender e mandar para a retaguarda; mas alguns oficiais me defendiam porque eram amigos de meu jornal, o Estado de Minas. Entre eles, Otacílio Negrão e o Cel. Fulgêncio, comandante de um Batalhão.

“Eu sabia que estava sendo organizado um ataque geral contra o túnel e não queria perdê-lo. Três mil homens avançariam sobre a posição e, como repórter de uma guerra parada, sentia-me humilhado em ir embora sem ver a ofensiva. Ponderei isso ao Cel. Vargas, que era, se bem me lembro, chefe do Estado Maior do Cel. Lery, comandante da Força Pública.

“Foi ao percorrer as posições avançadas à noitinha, para dar as últimas ordens para o ataque que deveria ser desfechado ao amanhecer que o Cel. Fulgêncio recebeu no ventre uma bala de fuzil, pontiaguda, provavelmente de um sniper, ou “caçador” como a gente dizia. Trazido para a retaguarda, morreu no hospital. O ataque foi suspenso; soube-se depois que, no flanco direito, Otacílio Negrão de Lima, que comandava a Engenharia, ficou com raiva, porque era muito amigo do Cel. Fulgêncio, e desrespeitou essa ordem, avançando e tomando uma posição dos paulistas. Como o resto da tropa não avançou, ele foi obrigado a regredir para não ser cercado.

“Pela manhã um sargento me chamou: “Estado de Minas (era meu apelido) o Cel. Vargas quer lhe falar”. Apresentei-me e ouvi as ordens. Eu estava preso e seria mandado com escolta para Belo Horizonte, quanto antes. Fosse, portanto, arrumar minhas coisas, para seguir logo. Antes que eu me despedisse o Cel. Vargas me chamou à parte e me explicou que morte do Cel . Fulgêncio, homem muito querido da tropa, e um acidente de granada em que um capitão morrera haviam impressionado muito os homens: além disso a suspensão da ofensiva e o grande número de feridos da véspera os abatera e irritara. O Cel. Lery entendia que para minha própria segurança eu devia ser mandado para a retaguarda.

“Em Passa Quatro ainda levei um cartão de um oficial do Exército, do QG, que brandia um número da Noite Ilustrada em que havia fotos feitas por um repórter que estivera rapidamente naquela frente. Ele pretendia que as fotos e a reportagem “revelavam claramente as nossas posições”. Respondi que eu não tinha nada com isso: meu jornal era o Estado de Minas. Ouvi uma torrente de insultos aos jornalistas dos Associados, à progenitora de Dr. Assis Chateaubriand e à minha própria, e também, a opinião de que eu devia era ser fuzilado. A minha escolta tinha, porém, outras ordens, e lá fomos.

“Lembro-me de que dormi uma noite na cadeia de Divinópolis, onde entretanto me foi permitido fazer o footing à noitinha (era domingo) em uma ponte sobre uma cachoeira. Ao chegar a Belo Horizonte fui solto’.

 

Fonte: Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo. Nº 47, Ano 1996
Compilação: Walter de Aguiar Filho, maio/2012

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