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Exigências e deficiências da Capitania de Vasco

Tela da autora Morgana - A Chegada

A magnitude da tarefa estava exigindo número muito superior de colonizadores. Aquele grupinho de brancos, assentado na orla do país, impossibilitado de se fazer temido e respeitado pelo gentio – origem de todas as atribulações e prejuízos – era um convite às suas incursões devastadoras.

“Não fora, de certo, para viver encurralado num arraial, a guerrear com os frecheiros das selvas, que o donatário do Espírito Santo se desterrara para a sua bárbara capitania brasileira”, observou, com propriedade, Carlos Malheiro Dias.(21)

Endividado, sem outros recursos de que lançar mão, entrado em anos e naturalmente combalido pelas canseiras da vida militar a que dedicara a sua mocidade, não era cômoda nem invejável a situação do ex-alcaide de Ormuz.

 

NOTAS

(21) - Regimen Feudal, 243.

 

Fonte: História do Estado do Espírito Santo, 3ª edição, Vitória (APEES) - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo – Secretaria de Cultura, 2008
Autor: José Teixeira de Oliveira
Compilação: Walter Aguiar Filho, julho/2018

História do ES

Cine São Luiz

Cine São Luiz

O acervo documental referente a "História da Exibição Cinematográfica no Espírito Santo" iniciou no curso de Especialização Lato Sensu, do Departamento de História da UFES no ano de 2000, desdobrada na pesquisa de dissertação no Mestrado em História Social da Relações Políticas da UFES e que resultou no livro No Escurinho dos Cinemas

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