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O território do ES entre 1700 e 1800

Capa do livro: História do Estado do Espírito Santo, Autor: José Teixeira de Oliveira

Entre 1700 e 1800 o Espírito Santo perdeu a porção de território compreendida entre os rios Mucuri e Doce.(3) O talvegue deste último passou a marcar a linha divisória entre esta capitania e a da Bahia. Ao sul, estabelecera-se a raia em S. Catarina das Mós, distância de meia légua da barra do atual Itabapoana. A leste não havia lindes fixadas. A mata, a indiada e, mais que tudo, as ordens del-rei sujigavam os capixabas na estreita e indeterminada faixa litorânea.

 

NOTA

(3) - Não logramos documentação que demonstrasse, com precisão, a data em que S. Mateus passou à jurisdição da comarca de Porto Seguro. Ligando, entretanto, as indicações de BRÁS DO AMARAL (Notas, II, 395), CECILIANO ABEL DE ALMEIDA (Conferência pronunciada no IHGES, in RIHGES, V, 152 ss.) e das Notícias escritas por TOMÉ COUCEIRO DE ABREU, ouvidor da comarca de Porto Seguro (ALMEIDA, Inventário. II, 54 ss.) conclui-se ter sido em 1764 que o Espírito Santo foi esbulhado daquela faixa de território. Ver footnotes 52 e 63 do capítulo XI.

– Em 1775, no Mapa de todas as Freguesias, que pertencem ao Arcebispado da Bahia e sujeitos os seus habitantes no temporal ao governo da mesma Bahia, com a distinção das comarcas a que pertencem, com o número de fogos e almas, para se saber a gente que se pode tirar de cada uma delas para o serviço de S. M., sem opressão dos povos (apud ALMEIDA, Inventário, II, 289-91), lê-se que a “vila e freguesia de S. Mateus” pertencia à comarca de Porto Seguro.

 

Fonte: História do Estado do Espírito Santo, 3ª edição, Vitória (APEES) - Arquivo Público do Estado do Espírito Santo – Secretaria de Cultura, 2008
Autor: José Teixeira de Oliveira
Compilação: Walter Aguiar Filho, junho/2018

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