Morro do Moreno: Desde 1535
Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

Prefeitos de Vila Velha

Eugenio Pacheco Queiroz – 1937 a 1943

Desde 1890, a administração municipal era feita por uma corporação de pessoas. Governaram este município de 1890 a 1913:

 Joaquim Rodrigues Pereira de Freitas
 João Pinto Coutinho Rangel
 Joaquim da Cunha Vieira Mascarenhas
 Coronel Henrique Laranja
 José Pinto de Queiroz Junior
 Manoel Pinto Caldeira
 Libanio Pereira Lyrio

 

Com a reforma constitucional os representantes municipais passaram a ter mais autonomia, com a câmara deliberativa e um prefeito cujas funções são executivas. Nesta época o mandato do prefeito ainda era de dois anos, somente em 1953 passou a ser de quatro anos.

 

Também ocuparam a chefia do poder executivo:

 Manoel Gonçalves Carneiro
 José Machado de Paula
 José Búzio da Silva Filho
 Sebastião Anchieta Setúbal

 

Prefeitos eleitos pelo povo:

 Manoel Francisco Duarte – 1913 a 1915
 João Tomas de Souza Junior – 1916 a 1918
 Antônio Francisco de Athaide – 1918 a 1921
 José Azevedo Vereza – 1922 a 1923
 Otávio Alves de Araújo – 1923 a 1925
 Esmerino Henrique Gonçalves Laranja – 1925 a 1928
 Godofredo Scheneider 1929 a 1930
 Eugenio Pacheco Queiroz – 1930 a 1931 (na sua gestão houve a primeira junção a Vitória)
 Francisco Almeida de Freitas Lima – 1934 a 1936
 Eugenio Pacheco Queiroz – 1937 a 1943 (prefeito da administração mais longa, durante o Estado Novo, que terminou com a segunda anexação de Vila Velha a Vitória)
 Edgard Macieira de Souza – 1947 a 1948 (após a segunda separação de Vitória)
 Domicio Ferreira Mendes – 1948 a 1950
 Antônio Bezerra de Faria – 1951 a 1954
 Antônio Gil Veloso – 1955 a 1958
 Tuffy Nader – 1959 a 1962
 Américo Bernardes da Silveira – 1963 a 1966
 Gottifrio Alberto Anders – julho de 1966 a dezembro de 1970
 Max de Freitas Mauro – 1971 a 1973
 Sólon Borges Marques – 1973 a 1977
 Américo Bernardes Silveira – 1977 a 1982
 Gottifrio Alberto Anders – maio de 1982 a janeiro de 1983
 Vasco Alves de Oliveira Junior – fevereiro de 1983 a 15 de maio de 1986
 Aucélio Sampaio – 16 de maio de 1986 a 14 de agosto de 1986
 Carlos Malta de Carvalho – 15 de agosto de 1986 a 31 de dezembro de 1987
 Magno Pires – 01 de janeiro de 1988 a 31 de dezembro de 1988
 Jorge Alberto Anders – 01 de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992
 Vasco Alves de Oliveira Junior – 01 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996
 Jorge Alberto Anders – 01 de janeiro de 1997 a 31 de dezembro de 2000
 Max Freitas Mauro Filho – 2001 a 2004
 Max Freitas Mauro Filho – 2005 a 2008
 Neucimar Fraga – 2009 a 2012 

 

Fonte: Vila Velha: Nosso Município - Noções Históricas e Geográficas, 2003
Autores: Léa Brígida de Alvarenga Rosa / Luiz Guilherme Santos Neves / Renato José Costa Pacheco
Compilação: Walter de Aguiar Filho, agosto/2012



GALERIA:

📷
📷


História do ES

Donatários e Capitães-Mores do Espírito Santo

Donatários e Capitães-Mores do Espírito Santo

Governantes do Espírito Santo no período Colonial (1535-1822)

Pesquisa

Facebook

Leia Mais

Diretrizes republicanas e Governo Afonso Cláudio

Uma constante presidiu aos atos dos governos espírito-santenses na primeira metade do século – a conquista do hinterland

Ver Artigo
Outras versões da origem do nome Vitória

A origem do nome Vitória é assunto sobre o qual não são unânimes as opiniões dos historiadores. Na opinião de Basílio Daemon, citada por Luiz Serafim Derenzi, “houve uma batalha com os índios. Sobre estes foi conseguida a vitória e, por essa motivo, deu-se o nome de Vitória à nova sede do governo”.

Ver Artigo
O desporto na Universidade – Por Mário Cantarino

Há esperanças de que do meio universitário saiam os futuros representantes das equipes brasileiras nos confrontos desportivos internacionais

Ver Artigo
Notícia histórica: São Maurício, Padroeiro da Vila do Espírito Santo nos tempos coloniais

Inobstante ao fato dessa onipresente proteção Mariana, o padroeiro de ambas as povoações da Capitania do Espírito Santo, naqueles tempos iniciais, foi o mártir São Maurício

Ver Artigo
Vitória ao limiar do século XVII – Por Serafim Derenzi

Ao limiar do século XVII a vila de Vitória é ainda uma aldeia construída de taipa, cujas casas são cobertas de sapé ou palhas da pindoba

Ver Artigo