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Rota dos Vales e do Café – Fazendas antigas e natureza exuberante

Pico dos Pontões, localizado em Conceição do Muqui, tem 1.930 metros de altitude

Município se destaca pela culinária com forte inspiração libanesa e italiana. As montanhas são um atrativo a mais para os turistas

Mimoso do Sul é o município com o maior número de fazendas históricas do ciclo do café no Estado. Ruas calmas, pessoas hospitaleiras e culinária peculiar vinda dos imigrantes libaneses e italianos fazem da cidade um passeio inesquecível.

Na região, a natureza é uma atração à parte. Com uma topografia bem acidentada, conta com uma cadeia de montanhas diversificada e também cachoeiras.

Um exemplo é o Pico dos Pontões, que tem 1.930 metros de altitude e fica localizado no distrito de Conceição do Muqui. Essa imponente formação rochosa pode ser avistada em quase todo o município. De seu cume pode-se avistar toda a área litorânea do Sul do Estado.

Outro ponto turístico é a Pedra Estrela D'Alva (com 1.050 metros de altitude), que fica em São José das Torres. Em dias claros, é possível avistar as praias de Marataízes. Tem ainda o Pico do Farol, com 800 metros de altitude.

Todos esses picos estão inseridos no chamado Monumento Natural Estadual de Serra das Torres — uma unidade de conservação da categoria de proteção integral.

ECONOMIA

Na década de 1930, Mimoso do Sul foi um dos maiores produtores de café do País. O cultivo do grão se deve aos imigrantes italianos espalhados pela região.

Atualmente, a economia é voltada para o comércio e para o setor agropecuário, como o cultivo do café, banana, milho, gado leiteiro e de corte, marmorarias, pequenas e médias empresas, bares, lojas e lanchonetes, entre outros.

RAIO X

Mimoso do Sul

> POPULAÇÃO: 25202

> ÁREA: 887283 km² 

> O MUNICÍPIO possuí seis distritos: Conceição de Muqui, São Pedro do Itabapoana, Dona América, Ponte do Itabapoana, Santo Antônio do Muqui e São José das Torres

> PIB: R$ 209.030

> DISTANCIA de Vitória: 180 km

Vista panorâmica

De braços abertos

Um dos principais monumentos do município é o Cristo Redentor, que espera turistas e moradores de braços abertos para contemplarem a vista panorâmica da cidade e da cadeia de montanhas da região.

A obra foi inaugurada em 11 de julho de 1982 e teve como construtor o pedreiro autodidata Antônio Francisco Moreira. Foi ele também o responsável por outros monumentos do Estado, como o Cristo de Colatina e o de Guaçuí.

Para quem quer conhecer a obra de Moreira e apreciar a vista panorâmica de Mimoso do Sul, a visita pode ser feita todos os dias das 7h às 22h.

Para comer e se divertir

Culinária

> ALÉM DOS IMIGRANTES italianos, a colônia árabe, especialmente de sírio-libaneses, destacou-se principalmente no comércio da cidade.

> DESSA FORMA, a tradicional comida síria ainda hoje é muito difundida na região. Receitas como mexia, kafta, kibe e tabule fazem parte do cardápio de Mimoso do Sul.

> A COMIDA ITALIANA, principalmente na região serrana do município (Conceição de Muqui), faz parte do dia a dia dos moradores.

> COMO PONTE FORTE destacam-se a polenta, macarrão caseiro, bijou, carne de porco na lata e o pão italiano.

Cachoeiras e cascatas

CACHOEIRA DAS GARÇAS OU CACHOEIRA DO INFERNO

> LOCALIZADA no leito do Rio Itabapoana, trata-se, na verdade, de um conjunto de corredeiras que podem ser utilizadas para banho e para a pesca.

CACHOEIRA DO POÇO DANTAS

> LOCALIZADA em Conceição do Muqui, tem queda de aproximadamente 12 metros de altura, batendo em cima das pedras.

POCITOS

> SÃO PEQUENOS poços formados a partir de um riacho e em meio a mata nativa. Muito utilizado pela população local, principalmente no verão. Fica na sede de Mimoso do Sul.

 

Fonte: Jornal A Tribuna – A Rota dos Vales e do Café, Lugares, 06/11/2011
Produção: Dinâmica de Comunicação
Contatos: 3232-5934 - imoveis@redetribuna.com.br
Jornalista responsável: Fabiana Pizzani
Edição: Erika Santos
Revisão: Márcio Rocha
Reportagem: Beatriz Seixas, Joyce Meriguetti, Luísa Buzin e Luísa Torre
Diagramação: Eliene Soares
Tratamento de imagens: Renan Martinelli
Compilação: Walter de Aguiar Filho, outubro/2016

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