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Viajantes Estrangeiros ao ES – Jean-Jacques de Tschudi

Jean Jacques de Tschudi (1818-1889)

Descendente de tradicional e ilustre família suíça, Jean-Jacques de Tschudi (nascido em Giaris, 1818), após haver cursado as ciências naturais e a medicina, tomou um barco, na França, para dar uma volta ao mundo, numa viagem de estudos. Por circunstância fortuita, deteve-se no Peru cinco anos, tempo que aproveitou observando a fauna, as antiguidades e a língua daquele país andino, com o que escreveu os livros: INVESTIGAÇÕES SCIBRE A FAUNA DO PERU; SISTEMA DA LÍNGUA QUICHUA e ANTIGUIDADES PERUANAS.

No ano de 1860, foi ele nomeado, pelo governo do seu país, ministro plenipotenciário no Brasil, havendo recebido a recomendação de estudar os problemas dos imigrantes suíços as províncias de São Paulo, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desse trabalho deu conta ao Cônsul Federal , em relatório impresso, tendo um exemplar do mesmo pertencido à Biblioteca Varnhagen, existente na Biblioteca do Itamarati.

Estendendo-se em considerações mais amplas, Tschudi registrou as impressões de viagens às colônias nos cinco volumes do livro, lançado em Leipzig, 1866-69: REISEN DURCH SUD-AMERIKA (Viagens na América do Sul). Dessa importante obra, a parte referente às províncias do Rio de Janeiro e São Paulo já foi traduzida para o português e publicada pela Editora Martins. Os capítulos que descrevem a viagem ao Espírito Santo, material que espero vir algum dia interessar a um editor, consegui que fossem vertidos para o nosso vernáculo pelo Sr. Pedro Hees, por interferência de José Hoeptke Fróes, ex-diretor da Biblioteca Municipal de Petrópolis.

Acompanhado do Cônsul Geral Suíço, no Rio de Janeiro, Eugène-Èmile Raffard, o Barão de Tschudi desembarcou do pequeno vapor costeiro SÃO MATEUS, de 145 toneladas, em Vitória, a 28 de outubro de 1860. Já havia três anos, ocasião em que empreendera uma "tournée" pelos Estados do Prata, Chile, Bolívia e Peru, estivera, de passagem, no mesmo porto.

O presidente da província, o pernambucano solteirão e poeta Dr. Antônio Alves de Sousa Carvalho, hospedou os viajantes no Palácio do Governo, nos mesmos aposentos que haviam sido restaurados e mobiliados, com bom gosto, para receber o casal imperial, em janeiro daquele ano.

O Dr. Sousa Carvalho pôs à disposição do visitante os arquivos da província, e os empoeirados documentos serviram-lhe fartamente, em especial os ENSAIOS DA HISTÓRIA E ESTATÍSTICA, de José Marcelino, e os relatórios dos Governadores e Presidentes.

Três dias após a chegada, Tschudi visitou a colônia de Santa Isabel: foi, de canoa, até Porto Velho e daí, para a frente, a cavalo. A comitiva almoçou na fazenda CALABOUÇO, do Comendador Fernando Antônio Ferreira Castelo e, passando por algumas fazendas de bom aspeto, atravessou a aldeia de Viana, colonizada por açorianos.

Ao cair da tarde, os cavaleiros chegaram à moradia de Adalbert Jahn, diretor da colônia de Santa Isabel, fundada em 1847.

Aquele terreno acidentado, impróprio ao trato mecanizado (o que impedia a exploração da lavoura em grande escala), tendia-se numa área calculada de quatro léguas quadradas, ali cultivavam o café, a mandioca e o milho. Havia algumas pastagens de gado e animais de sela, sendo estes muito reputados, pois, enquanto uma vaca leiteira valia cinqüenta mil réis um cavalo ou burro alcançava três vezes mais esse valor.

Tschudi observou o clima temperado e saudável que se fazia refletir na boa aparência física dos colonos mais antigos, e notou que, entre perto de seiscentos colonos alemães, sardos, franceses, havia oito compatriotas seus. Samuel de Bottwl Werfeli, do distrito de Zofingue, Cantão de Argovie — transferido de Ubatuba, São Paulo, era morador na colônia há três anos e vivia em companhia da esposa e de um filho menor; já plantara mil cafeeiros e abrira belas roças de milho e mandioca. Frederico Ginsberg, de Merrmenstetten, Cantão de Zurich, com uma família de quatro membros. A anciã Elisabeth Baumgartner, vivia em companhia do filho Christophe, originário do Cantão de Glaris.

O culto religioso era dividido entre as crenças católica e protestante, com predominância desta. Os protestantes tinham a assistência de um pastor recém-chegado. Dois capuchinhos, os Padres Pedro Quap e Hadrian Lauchsner, procuravam converter os protestantes, provocando desavenças e brigas entre os colonos. Eram eles encarregados, também, de ministrar o ensino primário nas escolas, recebendo o auxilio mensal de vinte mil réis.

No dia seguinte, a comitiva regressou a Vitória, onde o presidente Sousa Carvalho já havia providenciado uma canoa grande e cinco remadores, escravos, para subirem o curso caudaloso do rio Santa Maria, até a colônia de Santa Leopoldina, viagem marcada para domingo, dia 30.

Na cachoeira do José Cláudio, onde a navegação se interrompia, havia, na margem sul, o Porto da Cachoeira de N. S. do Amparo e, em frente, o ancoradouro destinado aos habitantes da margem norte, chamado PORTO DAS NOVE HORAS, nome mui provavelmente alusivo ao tempo gasto no percurso da viagem.

A comitiva hospedou-se na moradia provisória do diretor da colônia, o engenheiro francês Amélio Pralon.

Diversos colonos, já avisados daquela visita, aguardavam o Barão de Tschudi para formularem suas queixas.

Em março de 1857, o governo imperial fizera transferir, para a constituição inicial daquela colônia, cento e quarenta suíços que não se haviam aclimatado na fazenda NOVA OLINDA, no município paulista de Ubatuba, e procurou localizá-los às margens do rio Santa Maria e seu afluente, o ribeirão das Farinhas. Irregularidades na distribuição dos lotes, a má direção da colônia, a má escolha do terreno montanhoso geraram o descontentamento dos colonos.

Tschudi testemunhou que os seus compatrícios também não estavam satisfeitos. Achou que se alimentavam erradamente, tendo como base nutritiva a farinha de mandioca. Julgou insuficiente o auxílio financeiro do Governo, que regulava, em média, quarenta e cinco mil réis por família de seis pessoas, quando, só para a alimentação da mesma família, ele considerava necessários sessenta mil réis mensais. O serviço religioso pareceu-lhe descuidado, pois os capuchinhos moravam muito distantes, na colônia de Santa Isabel. Das duzentas e trinta e duas famílias, compostas de mil e três pessoas, relacionou trezentos e oitenta e quatro prussianos, oitenta e dois tiroleses, setenta e seis saxônios, setenta luxemburgueses, sessenta e um hessienses, dez bavieranos, cinco eckelemburgueses, quatro hanoverianos, cento e vinte holandeses, oito belgas, um inglês e quatro suíços. Seiscentos e setenta e nove eram protestantes que não dispunham da assistência de um pastor e trezentos e vinte e quatro eram católicos. Dos muitos que teve oportunidade de entrevistar, ouviu queixas amargas, variando-o desde as queixas contra a administração local, as doenças, as saúvas, os ratos do campo, a qualidade do solo, até o preço das coisas. Os alemães achavam que com cinco a seis GROSCHEN diários, no seu país, viviam melhor do que ali, com quatro patacas. Os suíços se diziam ludibriados pelo Governo, o qual lhes prometera transferência para a colônia de Santa Maria. Debalde ele procurou esclarecer que, como o nome do rio, esse fora o antigo nome da colônia, até o dia 27 de março de 1857, quando então mudara, em homenagem à Imperatriz.

Os descontentamentos causavam, alhures, a pior repercussão. Os novos imigrantes, ao inteirar-se deles, desembarcando em Vitória, se recusaram obstinadamente a ir para ali, declarando que preferiam a alternativa de se afogarem, com toda a família, na baía de Vitória. E o Governo Imperial viu-se na contingência de os recambiar ao Rio de Janeiro, donde os encaminhou às colônias do sul do país.

Ao contrário do que vira em Santa Isabel, o Barão de Tschudi estranhou a carência de porcos e a falta de gado. Só um colono criava um poldro de dois anos e nenhum outro possuía uma única vaca. Estranhou a licenciosidade de alguns colonos empobrecidos, registrando episódios de mulheres prostituídas e menores ao desamparo. Fatos bem semelhantes às cenas que, muitos anos depois, Graça Aranha, juiz municipal naquelas plagas, descreveu no seu romance CANAÃ.

Tschudi confiara os escravos canoeiros (cada um valia dois mil talheres) à guarda de um dono de armazém no Porto do Cachoeiro, recomendando que lhes fosse fornecido o de que necessitassem, de alimentos. Dois deles, tanto deram à tripa forra, que quase tiveram uma indigestão.

O regresso a Vitória foi feito em oito horas.

A dez de novembro, os viajantes tomavam o rumo do sul da província, montando cavalos emprestados pelo Barão de Itapemirim. Esperavam chegar, no mesmo dia, a GUARAPARIM, mas imprevistos os obrigaram a pernoitar na povoação de pescadores, em Ponta da Fruta.

Guarapari, vila de uns mil a mil e duzentos habitantes, recebeu-os pela parte da manhã. Esperados pelos vereadores, foram recepcionados na Câmara Municipal. Até a hora do opíparo jantar, tiveram muito tempo de percorrer a vila onde a construção das melhores casas orçava entre setecentos e novecentos mil réis.

Tschudi não deixou de apreciar e comprar alguns trabalhos das rendeiras e apressou a viagem, procurando pernoitar em Benevente.

A indisposição de um viajante e o cansaço de um cavalo obrigaram o pouso na aldeia de pescadores de OROBU, OBTJ ou simplesmente BU, uma légua adiante.

No outro dia, almoçaram com o Juiz Municipal de Benevente, hoje Anchieta. A povoação originária de um aldeamento indígena, catequizado pelo Padre Anchieta, pareceu a Tschudi que equivalia, em número de habitantes, a Guarapari, mas achou-a mais abastada; viu um melhor comércio, o porto mais movimentado, possuindo um estaleiro onde se construíam, de madeira, resistentes embarcações costeiras.

Revigoraram as alimárias com melhor ração e prosseguiram a marcha, subindo e descendo morros, atravessando os rios em canoas e os animais, a nado, num esforço esfalfaste. Perdiam muito tempo no arrear e desarrear as cargas.

Era bem escuro quando chegaram à fazenda SANTO ANTÔNIO DO MUQUI, onde o seu proprietário, o octogenário José Marcelino Silva Lima, Barão de Itapemirim, os esperava. A casa da fazenda, assentada numa colina, imponente, parecia um palácio: "Raras vezes vi no Brasil — confessa o viajante — casas em estilo tão soberbo e de tão bom gosto. O seu interior, porém, não corresponde ao mesmo aspecto de fora.

Sente-se a má divisão dos quartos, bem como a falta de comodidade e do asseio comum às moradias européias em semelhante estilo". A capela, edificada pelo Barão, em 1831, com a invocação do santo padroeiro dos casamentos, donde originou o nome da fazenda, era coberta de ouropéis.

O Barão de Itapemirim queixou-se da involução da lavoura canavieira. Naquele ano de 1860, produzindo oitenta caixas de açúcar, a cinqüenta arrobas, sua fazenda mal atingia a metade da produção dos primeiros anos de cultura.

Para tratar com as autoridades do Itapemirim, dos interesses de um súdito suíço, o cidadão João Moulay, de Fiez, que se afazendara no Cachoeiro, e sabitamente desaparecera, deixando os bens acéfalos, Tschudi visitou a Vila, distante uma légua, da fazenda SANTO ANTONIO.

Na madrugada de 15 de novembro, acompanhado do vigário de Benevente, Padre Manuel Vicente de Araújo, Tschudi visitou a colônia do Rio Novo, fundada pelo Major Caetano Dias da Silva e iniciada com o braço de escravos e alguns chineses. Almoçaram na fazenda PAU D'ALHO, pertencente à colônia, distante sete léguas da Vila de Itapemirim.

A colônia do Rio Novo recebera os primeiros colonos europeus em dezembro de 1856. Eram noventa suíços, compondo doze famílias, que haviam sido atraídos por uma propaganda publicada na gazeta hamburguesa HANSA e foram encontrados pelo agente Paravicini, tendo saído da Suíça a 20 de outubro.

O Barão de Tschudi relacionou dez famílias: duas do Cantão de Berna; duas de St. Gali e seis do Cantão d'Argovie. Pôde, mesmo, anotar os nomes de algumas pessoas, cuja transcrição é importante, pois eles constituem troncos dos primeiros povoadores da região: Jean Obrist, de Gansingen (família de três pessoas); Joseph Lãber; Cristian Kobi; Frederic Stauffer (família de duas pessoas); Jean Scheideggen (família de oito pessoas); Daniel de Windisch (família de nove pessoas); Jean Hofmann, que viera para o Rio Novo com a família de oito pessoas e aí perdera dois filhos e a esposa. No vale do ribeirão Pau d'Alho, ele observou que o colono Jacques Scherrer (família de sete pessoas), já plantara uma lavoura de quatro mil e quinhentos cafeeiros, o que lhe podia render um lucro líquido de quatrocentos a quinhentos TALERES.

O cargo de administrador da colônia do Rio Novo era exercido pelo alemão Gustavo Broom, o qual se dedicava, em todo o tempo de folga, a participar dum teatrinho de amadores na Vila de Itapemirim.

É curioso observar que o interesse dos moradores da Vila pelo teatro vinha de alguns anos atrás. No dia 7 de setembro de 1854, comemorando a nossa Independência, procuravam inaugurar, com representação gratuita, um teatrinho particular, no que eram obstados pelo delegado de polícia com a alegação de "falta de selo de licença". Ele mandara postar à entrada da casa de espetáculos, um destacamento de vinte e quatro soldados de linha, com armas embaladas, para impedir que contrariassem a sua truculência. E, no entanto, a diretoria da Sociedade Particular tinha levado às suas mãos os originais do drama que obtivera a ordem de representação...

O Barão de Tscliudi julgou a colônia mal amparada, com falta de assistência de um médico competente e de remédios; notou o impaludismo, desacertos nas contas dos colonos, falta de assistência religiosa e de escolas. O clima pareceu-lhe sadio e o solo de extraordinária fecundidade, como bem poucos iguais, no Brasil.

Podiam-se contar quarenta famílias domiciliadas no vale do Rio Novo, distribuídas entre suíços, belgas, holandeses, portugueses, alemães e franceses, e certo número de chineses.

A pousada, naquela noite, foi na fazenda PAU D'ALHO.

Na manhã seguinte, enquanto arreavam os cavalos, Tschudi viu uma criança de quatro a cinco anos, mestiça de chinês com uma negra Benguela, a qual o impressionou pela feiúra horrorosa. Ele sentiu que o caldeamento dos colonos orientais, com outras raças, era melhor, ao olhar uma outra criança, filha de belga e chinês. Os belgas, aliás, bem como os holandeses, parecia que não se estavam aclimatando bem: dos cento e setenta e seis imigrados, falecera a metade.

Ao regressarem à fazenda SANTO ANTONIO DO MUQUI, os da comitiva de Tschudi fizeram uma parada na fazenda LIMÃO, sede administrativa da colônia do Rio Novo.

E, na madrugada de 17 de novembro, despediram-se do hospitaleiro Barão de Itapemirim. Num percurso de duas léguas, o caminho atravessava prósperas fazendas; as três léguas seguintes eram percorridas através da praia.

Pela enseada, bem próximo aos viajantes, velejava pesadamente, carregado de açúcar, com o mesmo destino de viagem para a Corte, o barco LEOCÃDIA, do Barão de Itapemirim. "Nós o deixamos muito para trás — confessa o viajante suíço — pois os nossos animais estavam descansados e o vento contrário não favorecia a marcha da embarcação".

Em parte da tarde, a comitiva transpunha o rio Itabapoana, deixando, assim, a Província do Espírito Santo.

Ao regressar à Europa, em 1861, von Tschudi levava farto cabedal de conhecimentos sobre o Brasil, credenciando-se como uma das mais abalizadas fontes para outros autores.

 

Fonte: Viajantes Estrangeiros no Espírito Santo, 1971
Autor: Levy Rocha
Compilação: Walter de Aguiar Filho, abril/2016

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