Jornalistas - Os 10 mais antigos e Os 10 ainda atuantes
1) Luiz Adolfo Thiérs Velloso. Advogado, jurista e tribuno. Fundou e dirigiu, por muitos anos, “A Gazeta” de Vitória”, jornal que, ainda hoje, mantém em seu cabeçário o seu nome.
2) Afonso Correia Lyrio. Político e magistrado federal. Fundou o jornal “Folha do Povo” que dirigiu por vários anos. Colaborava em vários outros.
3) Ubaldo Ramalhete Maia. Advogado e jurista. Dirigiu, entre outros, o “Diário da Manhã”. Foi um dos fundadores e o primeiro Presidente da Associação Espírito-santense de Imprensa.
4) Atilio Vivacqua. Advogado, parlamentar e jurista. Fundou e dirigiu, por vários anos, o jornal “O Município”, da cidade de Cachoeiro de Itapemirim que chegou a ser, em certa época, um dos melhores do Estado.
5) Newton Braga. Funcionário de Justiça, historiador e poeta. Fundou e dirigiu, em Cachoeiro de Itapemirim, vários jornais, revistas e publicações de caráter didático e histórico.
6) Abner Mourão. Parlamentar e escritor. Além de outros no Estado dirigiu, em São Paulo, o “Estado de São Paulo” e “A Gazeta”. Colaborava em todos os jornais do Estado.
7) Aurino Quintais. Advogado e tribuno. Foi, por muito tempo, um dos Diretores do “Diário da Manhã” e da Revista “Vida Capixaba”.
8) Carlos Nicoletti Madeira. Advogado, romancista e poeta. Fundou no Estado, desde estudante, vários jornais, revistas e publicações de caráter literário, destacando-se a Revista “Canaã”, que chegou a ser a melhor do Estado em seu tempo.
9) Aristóteles da Silva Santos. Advogado e poeta. Dirigiu o “Diário da Manhã” e o “Comércio”, colaborando em diversos outros.
10) Rozendo Serapião. Advogado e tribuno. Fundou e dirigiu, na cidade de Afonso Cláudio, o semanário “Afonso Cláudio”. Em Vitória foi, por vários anos, o Diretor de “A Gazeta”. Colaborou em vários jornais e periódicos da Capital e do Estado.
Os 10 ainda atuantes
1) Elpidio Pimentel. Educador, filólogo e historiador. Foi, por vários anos, colaborador e depois Diretor do “Diário da Manhã” e da Revista “Vida Capixaba” onde subscrevia a sua “página de honra”, De quinzena em quinzena.
2) Manoel Lopes Pimenta. Advogado, educador e poeta. Dirigiu o tradicional “Diário da Manhã” e manteve, por vários anos, a revista “Vida Capixaba” tornando-a uma das melhores do País.
3) Manoel Teixeira Leite. Escritor e poeta. Esteve à frente de vários jornais do Estado e especialmente no “Diário da Manhã”, “Vida Capixaba”, “Canaã” e outros.
4) João Calazans. Escritor, crítico literário e editor. Dirigiu, no Estado, vários jornais, revistas e publicações. Esteve por muito tempo à frente das edições especiais de “A Tribuna” de Vitória, cujos suplementos fizeram época no jornalismo capixaba. Fora do Estado esteve à frente de vários jornais e revistas em Belo-Horizonte, estando atualmente em Pernambuco. Foi editor em Vitória e Belo-Horizonte.
5) Mesquita Neto. Pseudônimo do escritor e poeta José de Mendonça. Fundou, na cidade de São Mateus, o jornal “O Norte” e em Vitória dirigiu “A Gazeta” por muito tempo, colaborando em vários outros.
6) Djalma Juarez Magalhães. Escritor e publicista. Esteve, por longo tempo, à frente do matutino “A Tribuna” de Vitória, imprimindo-lhe feição nova e moderna. Colabora em vários outros periódicos do Estado.
7) Darcy Pacheco de Queiróz. Militar (Oficial-general do Exército) Dirige “A Gazeta” que transformou, juntamente com o seu irmão Eugênio Queiróz, na Administração geral, no melhor jornal do Estado e um dos melhores do País, dotando-o de oficinas e maquinismos os mais modernos, com edições de Suplementos diversos a cores e dentro do melhor padrão educativo.
8) Plinio Marchini. Escritor e publicista. Dirigiu vários jornais no Estado, estando atualmente à frente do matutino “O Diário” a que vem dando a feição de jornal moderno, de conteúdo informativo e noticioso.
9) Dirceu Cardoso. Advogado e parlamentar. Mantem na cidade de Muqui, onde reside, o semanário “O Município” que é, sem favor, o mais bem feito jornal do interior capixaba, não só pelo seu feitio, como pelo noticiário informativo que mantém em suas seções permanentes.
10) Padre Waldir de Almeida, Álvaro Pacheco, Cláudio B. Rocha, Eleisson de Almeida, Edgar Feitosa, Esdras Leonor, Gutman Uchôa de Mendonça, Jackson Lima, José Luiz Holzmeister. J. C. Monjardim Cavalcanti, Darly Santos, Hélio Dórea, Marien Calixte, María Nilce, Rogerio Medeiros, Washington Muqui Banhos. Osvaldo Oleari, Américo Guimarães Costa, Erico Machado, Xerxes Gusmão, Glecy Coutinho e inúmeros outros da moderna geração de jornalistas.
Fonte para estudos: “A Imprensa no Espírito Santo”. Estudo histórico do Prof. Heráclito Amancio Pereira. In “Revista do Instituto Histórico do Estado”. Volumes:- 3, 4 e 5.1913 a 15. “Jornais e Revistas Capixabas”. Conferencia do jornalista Beluto Horta no dia da Imprensa, cidade de Colatina. In “A Notícia” daquela cidade. No de julho de 1927. “Registro de Jornais espírito-santenses”. In “Arquivo da Associação Espírito-santense de Imprensa”. 1958. “Jornais de Vitória”. Estudo de Areobaldo Lelis Horta in “Lembrando o passado”. Vitória. 1943. “Na Presidência da Associação Espírito-santense de Imprensa”. Relatório Geral. Eurípedes Queiróz do Valle. Biênio 1947-49. “Jornais e jornalistas”. Sua função histórica. Discurso de posse de E. Queiróz do Valle na Associação Espírito-santense de Imprensa. Ed. Imp. Of. Vitória. 1950.
Academia Espírito-Santense de Letras
Ester Abreu Vieira de Oliveira (Presidente)
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Conselho Editorial
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Ester Abreu Vieira de Oliveira
Elizete Terezinha Caser Rocha
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Capa e Editoração
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Impressão
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Imagens
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Fonte: O Estado do Espírito Santo e os Espírito-santenses - Dados, Fatos e Curiosidades (os 10 mais...) - 4° Edição (Reedição da 3ª ed. de 1971)
Autor: Eurípedes Queiroz do Valle
Compilação: Walter de Aguiar Filho, Maio/2022
Plinio Marchini. Escritor e publicista. Dirigiu vários jornais no Estado, estando atualmente à frente do matutino “O Diário”
Ver Artigo2) “Correio de Vitória”. Editado pela Tipografia Capitaniense. Primeiro número em 17-1-1840. Proprietário e Redator Pedro Antônio de Azevedo. Era bissemanal
Ver ArtigoVelho O DIÁRIO de jornalismo político. Aqui construímos nossa glória de papelão
Ver ArtigoUm homem que ajudou os amigos e deles nada cobrou em troca, não pediu retribuição, quando é este o ato mais comum nas relações humanas
Ver ArtigoSeria bom que um grupo de estudantes do curso de Comunicação da UFES se dispusesse a levantar e a contar a história de O Diário, sem esquecer o lado folclórico
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