Morro do Moreno: Desde 1535
Site: Divulgando há 16 anos Cultura e História Capixaba

Curiosidades de Vitória

Praça Costa Pereira

Enterros com bondes

“Em 1911 foi inaugurado o serviço de bondes elétricos, com duas linhas, uma de Santo Antônio ao Suá, outra que unia a Cidade Alta à Cidade Baixa. No dia 1º de maio de 1912, foi aberto o cemitério de Santo Antônio, e estabeleceu-se o enterro feito com bonde, com um carro levando o caixão e outro, os acompanhantes”, registra a série de fascículos A Saga do Espírito Santo.

Festividades em Vitória

Aos domingos, na Praça Costa Pereira ou no Parque Moscoso, era hora de caminhar. Os bondes ligavam a cidade a Santo Antônio. Poucos eram os automóveis. As praias, o cinema no Glória e no Carlos Gomes (que, nessa época, era mais cinema que teatro) e as bem freqüentadas regatas do Álvares Cabral ou do Saldanha da Gama tornaram-se os passeios preferidos da classe média – os ricos preferiam os bailes do Clube Vitória, os outros contentavam-se com as festas religiosas, os comícios políticos e os carnavais de rua.

Glória

O arquiteto Paulo Mendes da Rocha lembra um fato curioso em seu texto no livro Vitória Cidade das Ilhas: “Até mesmo seus episódios heróicos estão ligado ao mar: lá existe um famoso café Glória, um cine Glória, um edifício Glória; mas talvez pouca gente hoje tenha memória ou consciência de que Glória é o nome de uma fragata que defendeu Vitória em três incursões, lutando para afastar a frota francesa que oprimia a cidade. Esse navio acabou sendo naufragado, mas conseguiu manter longe os invasores”, explica. A grande heroína da cidade, diz o arquiteto, é uma embarcação.


Fonte: Encarte Especial de A GAZETA de 09 de setembro de 2001
- Editora: Maria Helena Fabriz
Textos: Ana Laura Nahas, Elaine Silva, Ivana Esteves, Lúcia Gonçalves, Lúcia Garcia e Marcelo Pereira
Fontes Bibliográficas:
- Série de fascículos de A GAZETA, A Saga do Espírito Santo, com pesquisa e texto de Neida Lúcia e Sebastião Pimentel Franco, edição de José Irmo Goring.
- Biografia de uma Ilha (1965), de Serafim Derenzi.
- A Ilha da Nostalgia (1999), José Tatagiba.
- Vitória Cidade das Ilhas, com fotos de Cláudio Edinger, pesquisa de Renato Pacheco e Léa Brígida, textos de Luiz Guilherme Santos Neves
Compilação: Walter de Aguiar Filho, setembro/2011



GALERIA:

📷
📷


Parabéns, Vitória (desde 8 de setembro de 1551)

Parabéns, Vitória!

Parabéns, Vitória!

A cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, comemora mais um aniversário no dia 8 de setembro de 2007, completado 456 anos de delícias, encantos e tradições

Pesquisa

Facebook

Leia Mais

Nossa Senhora da Penha – Vitória, 4º Centenário de fundação

Projetou-se um programa festivo de trinta dias, estendido portanto a todo o mês de Setembro de 1951

Ver Artigo
Outras versões da origem do nome Vitória

A origem do nome Vitória é assunto sobre o qual não são unânimes as opiniões dos historiadores. Na opinião de Basílio Daemon, citada por Luiz Serafim Derenzi, “houve uma batalha com os índios. Sobre estes foi conseguida a vitória e, por essa motivo, deu-se o nome de Vitória à nova sede do governo”.

Ver Artigo
A Vila de Vitória surge - Por Serafim Derenzi

As guerrilhas com os tapuias tornam-se cada vez mais assustadoras e mortíferas. Duarte de Lemos deixou a ilha praticamente abandonada

Ver Artigo
Inovação na Vida Urbana de Vitória no início do Século XX

Os Serviços de Melhoramentos introduziram certas normas técnicas, que marcaram diretrizes novas em Vitória

Ver Artigo
Vitória - Por Francisco Aurélio Ribeiro

Extra-oficialmente, consagrou-se a canção “Cidade Sol”, de Pedro Caetano, como o hino afetivo ou emocional de Vitória e, a partir daí, não mais se referiram à nossa bela capital como “Cidade presépio” mas, sim como “Cidade sol”

Ver Artigo