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Peixes catalogados em 1862 no ES

Mercado de Peixes de Guarapari - vários peixes catalogados por Brás da Costa Rubim em 1862, infelizmente já estão extintos

 Veja as espécies marinhas catalogadas pelo escritor Brás Rubim em 1862, no Espírito Santo:

"No mar que banha sua costa – alvacor, agulha, arraia, bacalhau, badejo da lama, baiacu, baleia, batata, boca de velha, bonito, budião, badejo, bagre, beijupirá, barbudo, bicuda, bom-nome, boto, cabrinha, cação, cação-bagre, cação-chapéu, cação-de-dente, cação-golfinho, cação-pata, cação-viola, cação-anequim, cação-bicudo, cação-da-areia, cação-espadarte, cação-moenda, cação-tinchereiro, cabeça-dura, caldeirão, canhenha, caramuru, caranha, carapeba, catoá, caramurupi, carapau, caratinga, cavala, xaréu cherne, chicharro, corcoroca, charelete, chernote, coara cachocô, corvina, dardo, dourado, enchova, espada, galo, garoupa-de-são-tomé ou garoupa-dos-abrolhos, gueba, graçainha, guaibira, huja, jeriquiti, jamanta, João-guruçá, lula, manjuba, manjuba-arenque, manjuba-chaveia, manjuba-perna-de-moça, manjuba-cascudo, manjuba-lombo-azul, maraçapeba, mero, michole, moréia, murucutuca, namorado, olhete, olho-de-cão, olho-de-boi, olho-de-boi-pitanga, palombeta, papa-terra, pargo-pena, pegador, peixe-fila, peroá, peroá-garacheta, pescada, pescada-gunan, peixe-boi, pescada-dentuça, piquira, pirituma, pinta-no-rabo, polvo, pratucano, pratipema, realito, robalo peba, robalo-pocu, robalete, roncador, saiuba, saminduara, sarda, sardinha, serra, sambetara, sargo-de-beiço, sargo-de-dente, senhor-de-engenho, sirioba, tainha, taboca, tapucu, toninha, uberana, vermelho, vento-leste, voador."

 

Fonte: Dicionário Topográfico da província do Espírito Santo. In Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, 1862, tomo XXV, p. 597-648.
Autor: Brás da Costa Rubim
Compilação: Walter de Aguiar Filho, dezembro/2013

História do ES

Engenhos de açúcar no ES

Engenhos de açúcar no ES

O texto abaixo é transcrito do que é considerado o primeiro livro sobre o Brasil. Em 1576, em Lisboa, Pero de Magalhães de Gândavo imprimiu as páginas de sua História da Província de Santa Cruz (um dos primeiros nomes do Brasil) no mesmo local onde foi editado os “Lusíadas”.

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