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Mais nomes curiosos de ruas de Vitória

Rua Caramuru, 1940

RUA DA VÁRZEA - Rua Professor Baltazar - professor de música, que ali residiu. Preparou a charanga, que recepcionou D. Pedro II.

ROÇAS VELHAS - De modo geral chamou-se assim toda a zona desde o Parque Moscoso até Santo Antônio. A foz do rio Marinho teve igual nome, dado por Duarte de Lemos. Campos abandonador por perseguição das formigas ou índios.

RUA DO FOGO ou CARAMURU - Foi conhecida por Ladeira do Quebra-Bunda, pois com leito em pedra, muito íngreme e sempre molhada por infiltrações, era bastante escorregadiça. Nessa rua existiu o "Liceu Philomático" da educadora Ernestina Pessoa, com assinalados serviços à instrução pública capixaba.

LADEIRA DA SENZALA OU TAPERA - No seu cruzamento com a Rua da Lapa, hoje Thiers Velloso, situava-se a senzala dos frades franciscanos.

PORTO DOS PADRES - Trecho compreendido entre a atual Av. da República até General Osório por onde se faziam as comunicações dos Padres Jesuítas. Para se vencer o canal, hoje ocupado pela Av. da República, havia uma ponte com altura bastante para passarem canoas com seus tripulantes agachados. Todo o Parque Moscoso era pantanal marítimo.

RUA DO PIOLHO - Rua 13 de Maio, atual. Era paupérrima. Moradia de escravos forros e, mais tarde, de marafonas.

RUA DO REGUINHO - Rua Sete de Setembro - era formada pelos fundos de grandes e tradicionais chácaras: do Vintém, do Nascimento e Mulundu.

RUA DO ROSÁRIO - Guardou o nome e o trajeto. Foi esquecida pelos urbanistas capixabas.

 

Fonte: Biografia de uma ilha, 1965
Autor: Serafim Derenze
Compilação: Walter de Aguiar Filho, agosto/2010

História do ES

Manifestações típicas do ES

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As conchas e os búzios são belos e acessíveis materiais para a criação do artesanato marinho. Com conchas são feitos colares, pulseiras, utilidades domésticas (potes, jarras) e objetos de adorno, como espelhos e quadros

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